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	<pubDate>Sat, 21 Jul 2007 22:27:10 +0000</pubDate>
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		<title>Hip Hop</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2007 02:23:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Meus pais sempre foram bastante ecléticos em seus gostos musicais e ouviam de tudo. Acho que herdei esse ecletismo, porque também sempre gostei de coisas bem diferentes. Fui criado ouvindo todo tipo de música. De rock a jazz, passando por clássico e mpb, e principalmente soul e funk e música black em geral. Por isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus pais sempre foram bastante ecléticos em seus gostos musicais e ouviam de tudo. Acho que herdei esse ecletismo, porque também sempre gostei de coisas bem diferentes. Fui criado ouvindo todo tipo de música. De rock a jazz, passando por clássico e mpb, e principalmente soul e funk e música black em geral. Por isso quando eu comecei a prestar mais atenção em hip hop, de cara me liguei que aquilo era uma versão modernizada de coisas que meus pais ouviam na minha infância, tipo Marvin Gaye, ou Stevie Wonder, ou todo pessoal da Motown. Dentro do universo do rap me amarro em vários estilos diferentes. Gosto desde dirty south, que é o rap sujo do sul dos States,até o conscious rap , tipo Common, Guru, The Roots, etc. Nessa linha, um dos melhores sons que eu descobri ultimamente é Sadat X. O cara é de NY, e além de ter uma voz diferente e um dos melhores flows que eu já ouvi,os sons do cara são bem produzidos pra krlho. O cara é maior figura, e além de rapper é um dos caras que dubla um dos programas mais engraçados  que tem por aí, o Kung Faux, que são os rappers americanos dublando aqueles filmes de kung fu chineses toscos da década de 80. Aqui no Brasil passa no canal fx, o 54 da Net.</p>
<p>Essa música tem provavelmente o melhor coral de vozes que já ouvi em música pop, dá até arrepio. Então sem mais frescura vai lá Sadat X- God is back.</p>
<p>Gil
</p>
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		<itunes:summary>Meus pais sempre foram bastante ecléticos em seus gostos musicais e ouviam de tudo. Acho que herdei esse ecletismo, porque também sempre gostei de coisas bem diferentes. Fui criado ouvindo todo tipo de música. De rock a jazz, passando por clássico e mpb, e principalmente soul e funk e música black em geral. Por isso quando eu comecei a prestar mais atenção em hip hop, de cara me liguei que aquilo era uma versão modernizada de coisas que meus pais ouviam na minha infância, tipo Marvin Gaye, ou Stevie Wonder, ou todo pessoal da Motown. Dentro do universo do rap me amarro em vários estilos diferentes. Gosto desde dirty south, que é o rap sujo do sul dos States,até o conscious rap , tipo Common, Guru, The Roots, etc. Nessa linha, um dos melhores sons que eu descobri ultimamente é Sadat X. O cara é de NY, e além de ter uma voz diferente e um dos melhores flows que eu já ouvi,os sons do cara são bem produzidos pra krlho. O cara é maior figura, e além de rapper é um dos caras que dubla um dos programas mais engraçados  que tem por aí, o Kung Faux, que são os rappers americanos dublando aqueles filmes de kung fu chineses toscos da década de 80. Aqui no Brasil passa no canal fx, o 54 da Net.

Essa música tem provavelmente o melhor coral de vozes que já ouvi em música pop, dá até arrepio. Então sem mais frescura vai lá Sadat X- God is back.

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		<title>Convergência Musical: Karnak</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 15:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indicadores</dc:creator>
		
	<category>Indicação</category>
	<category>João Paulo</category>
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		<description><![CDATA[Uma das bandas que eu mais comento aqui é o Karnak que simplesmente adoro, mas isso não vem ao caso.
Vou fazer uma postagem rápida dando continuidade sobre o tema convergência musical a musica de hoje é do Karnak se chama Momuntueira. Muitos podem perguntar o que raios essa musica tem a ver com convergência musical, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das bandas que eu mais comento aqui é o Karnak que simplesmente adoro, mas isso não vem ao caso.
Vou fazer uma postagem rápida dando continuidade sobre o tema convergência musical a musica de hoje é do Karnak se chama Momuntueira. Muitos podem perguntar o que raios essa musica tem a ver com convergência musical, pode ser uma coisa pessoal, mas sinto que existe uma combinação de elementos celtas (as flautinhas e acordeom) e um que de batidas tribais africanas.
Bom delicie-se
Momuntureira do Karnak presente no CD “Estamos Adorando Tokyo”.</p>
<p>Até a próxima João Paulo.</p>
<p>PS. ESTOU FORMADO UHU!!!
</p>
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				<itunes:subtitle>Uma das bandas que eu mais comento aqui é o Karnak que simplesmente adoro, mas isso não vem ao caso.
Vou fazer uma postagem rápida dando ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Uma das bandas que eu mais comento aqui é o Karnak que simplesmente adoro, mas isso não vem ao caso.
Vou fazer uma postagem rápida dando continuidade sobre o tema convergência musical a musica de hoje é do Karnak se chama Momuntueira. Muitos podem perguntar o que raios essa musica tem a ver com convergência musical, pode ser uma coisa pessoal, mas sinto que existe uma combinação de elementos celtas (as flautinhas e acordeom) e um que de batidas tribais africanas.
Bom delicie-se
Momuntureira do Karnak presente no CD “Estamos Adorando Tokyo”.

Até a próxima João Paulo.

PS. ESTOU FORMADO UHU!!!</itunes:summary>
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		<title>Uma observação, uma resenha e uma indicação</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 03:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indicadores</dc:creator>
		
	<category>Indicação</category>
	<category>Resenha</category>
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		<description><![CDATA[Em relação a outras formas de arte(cinema, teatro,artes plásticas,etc&#8230;), a música e a literatura tem um diferencial forte: ambas, como artes não visuais(pode se discutir se literatura é ou não é visual, mas isso agora não vem aos caso) nos permitem o exercício de “imagética visual”(mais uma expressão inventada!!!). Cada som ou cada situação induz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em relação a outras formas de arte(cinema, teatro,artes plásticas,etc&#8230;), a música e a literatura tem um diferencial forte: ambas, como artes não visuais(pode se discutir se literatura é ou não é visual, mas isso agora não vem aos caso) nos permitem o exercício de “imagética visual”(mais uma expressão inventada!!!). Cada som ou cada situação induz nossa mente á criação de um universo visual único. No caso da música, pelo menos comigo, acontece outra coisa curiosa.Além da criação de imagens, as vezes ocorre um resgate de emoções e “feelings” do meu passado. O exemplo mais clássico disso: Quem nunca ficou alguns anos sem ouvir um disco e quando botou pra tocar de novo, sentiu o feeling da época retornar???</p>
<p>Ultimamente reparei que até músicas que eu nunca ouvi podem produzir esse mesmo efeito nostálgico. Uma delas é a que escolhi pra acompanhar esse post. È uma música do Air, aquele duo francês, e se chama “Once uppon time”. O disco como um todo é bem interessante. Tem algumas músicas que eu não gostei muito, mas as que eu gostei, gostei bastante. Os caras conseguiram fazer uma mistura bem diferente de chill out com inlfuências orientais, psicodelia, e minimalismo. Mas essa música em especial me chamou bem atenção. Além do clima meio mágico, meio “História Sem Fim”, meio Senhor dos Anéis, me trouxe imagens e feelings da minha infância misturadas com esses filmes. A letra ajuda também, é bem sugestiva, fala de infância e de como o tempo passa rápido. Acho que até que rola um efeito na voz dos caras pra parecer voz de criança, mas o som é que ma chamou atenção primeiro( sempre me ligo primeiro no som)
Ahh&#8230; e não sei porque pelo menos nos últimos tempos, me parece a música ideal para se olhar pra uma montanha.Pode, e sei que vai parecer meio piegas, mas quando eu ouvi esse som olhando pra Pedra da Gávea, o mundo fez mais sentido.
</p>
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		<itunes:summary>Em relação a outras formas de arte(cinema, teatro,artes plásticas,etc...), a música e a literatura tem um diferencial forte: ambas, como artes não visuais(pode se discutir se literatura é ou não é visual, mas isso agora não vem aos caso) nos permitem o exercício de “imagética visual”(mais uma expressão inventada!!!). Cada som ou cada situação induz nossa mente á criação de um universo visual único. No caso da música, pelo menos comigo, acontece outra coisa curiosa.Além da criação de imagens, as vezes ocorre um resgate de emoções e “feelings” do meu passado. O exemplo mais clássico disso: Quem nunca ficou alguns anos sem ouvir um disco e quando botou pra tocar de novo, sentiu o feeling da época retornar???

Ultimamente reparei que até músicas que eu nunca ouvi podem produzir esse mesmo efeito nostálgico. Uma delas é a que escolhi pra acompanhar esse post. È uma música do Air, aquele duo francês, e se chama “Once uppon time”. O disco como um todo é bem interessante. Tem algumas músicas que eu não gostei muito, mas as que eu gostei, gostei bastante. Os caras conseguiram fazer uma mistura bem diferente de chill out com inlfuências orientais, psicodelia, e minimalismo. Mas essa música em especial me chamou bem atenção. Além do clima meio mágico, meio “História Sem Fim”, meio Senhor dos Anéis, me trouxe imagens e feelings da minha infância misturadas com esses filmes. A letra ajuda também, é bem sugestiva, fala de infância e de como o tempo passa rápido. Acho que até que rola um efeito na voz dos caras pra parecer voz de criança, mas o som é que ma chamou atenção primeiro( sempre me ligo primeiro no som)
Ahh... e não sei porque pelo menos nos últimos tempos, me parece a música ideal para se olhar pra uma montanha.Pode, e sei que vai parecer meio piegas, mas quando eu ouvi esse som olhando pra Pedra da Gávea, o mundo fez mais sentido.</itunes:summary>
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		<title>Convergência Musical: HIFANA</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 12:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indicadores</dc:creator>
		
	<category>Indicação</category>
	<category>João Paulo</category>
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		<description><![CDATA[Gente desculpa pela demora, como muitos não devem saber estou me formando em Comunicação Social, por isso a minha ausência.
O tema do meu trabalho de conclusão de curso é uma análise do ARG, que não vale a pena no momento comentar muito sobre o assunto. O assunto abriu a minha mente para o universo das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Gente desculpa pela demora, como muitos não devem saber estou me formando em Comunicação Social, por isso a minha ausência.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">O tema do meu trabalho de conclusão de curso é uma análise do ARG, que não vale a pena no momento comentar muito sobre o assunto. O assunto abriu a minha mente para o universo das convergências, sejam de mídias, estratégias, pensamentos e musica. É isso que quero demonstrar nessa postagem, e em alguns próximos, a mistura de estilos, encontro de pessoas, convergência de sons.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">O dicionário Houaiss apresenta uma definição de convergência muito interessante: <em>Adaptativa ou evolutiva, desenvolvimento de características morfológicas ou funcionais semelhantes em espécies não relacionadas, como conseqüência da adaptação do ambiente. </em>Mesmo não estando falando de seres vivos que se adaptam ao ambiente, o conceito pode ser aplicado a muitas coisas do mundo, especialmente musica, onde diferentes estilos se unem para atender a um público.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">A indicação inicial para esse conceito é um trabalho da dupla japonesa HIFANA, com certeza um dos melhores achados do ano. HIFANA é composto por KEIZOmachine! and Juicy (nomes artísticos, ainda não encontrei seus nomes reais). Os dois começaram como percussionistas de dança do ventre, mas hoje em dias seus trabalhos são compostos quase por uma combinação de batidas eletrônicas, scrachts, e mixes de diferentes timbragens. A Musica é Wamono, uma combinação de levadas de Shamisen (instrumento tradicional Japonês) com batidas de hip hop.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Outro ponto interessante da banda são os clips que apelam a uma linguagem estética genial. Segue à baixo o link de dois vídeos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Z4Ikay3a1Zc">http://www.youtube.com/watch?v=Z4Ikay3a1Zc</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=3sGi7zZSznk">http://www.youtube.com/watch?v=3sGi7zZSznk</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Até breve João Paulo.</p>
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O tema do meu trabalho de ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Gente desculpa pela demora, como muitos não devem saber estou me formando em Comunicação Social, por isso a minha ausência.
O tema do meu trabalho de conclusão de curso é uma análise do ARG, que não vale a pena no momento comentar muito sobre o assunto. O assunto abriu a minha mente para o universo das convergências, sejam de mídias, estratégias, pensamentos e musica. É isso que quero demonstrar nessa postagem, e em alguns próximos, a mistura de estilos, encontro de pessoas, convergência de sons.
O dicionário Houaiss apresenta uma definição de convergência muito interessante: Adaptativa ou evolutiva, desenvolvimento de características morfológicas ou funcionais semelhantes em espécies não relacionadas, como conseqüência da adaptação do ambiente. Mesmo não estando falando de seres vivos que se adaptam ao ambiente, o conceito pode ser aplicado a muitas coisas do mundo, especialmente musica, onde diferentes estilos se unem para atender a um público.
A indicação inicial para esse conceito é um trabalho da dupla japonesa HIFANA, com certeza um dos melhores achados do ano. HIFANA é composto por KEIZOmachine! and Juicy (nomes artísticos, ainda não encontrei seus nomes reais). Os dois começaram como percussionistas de dança do ventre, mas hoje em dias seus trabalhos são compostos quase por uma combinação de batidas eletrônicas, scrachts, e mixes de diferentes timbragens. A Musica é Wamono, uma combinação de levadas de Shamisen (instrumento tradicional Japonês) com batidas de hip hop.
Outro ponto interessante da banda são os clips que apelam a uma linguagem estética genial. Segue à baixo o link de dois vídeos.
http://www.youtube.com/watch?v=Z4Ikay3a1Zc
http://www.youtube.com/watch?v=3sGi7zZSznk

Até breve João Paulo.</itunes:summary>
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		<title>futuro do pretérito</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jun 2007 13:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indicadores</dc:creator>
		
	<category>Indicação</category>
	<category>Boecker</category>
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		<description><![CDATA[começo agradecendo meu pai, o real responsável por este post: valeu!!!
essa é a música mais avant-garde que eu postei até agora. a mais experimental, a mais louca. a com o pensamento mais futurista possível. só que ela é dos anos 60&#8230;
origens da música eletônica comercial, Perrey and Kingsley são os autores dessa pérola chamada Swan&#8217;s [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>começo agradecendo meu pai, o real responsável por este post: valeu!!!</p>
<p>essa é a música mais <em>avant-garde</em> que eu postei até agora. a mais experimental, a mais louca. a com o pensamento mais futurista possível. só que ela é dos anos 60&#8230;</p>
<p>origens da música eletônica comercial, <em><a title="perry" href="http://www.jean-jacquesperrey.com/" target="_blank">Perrey</a> and <a title="kingsley" href="http://www.kingsleysound.com/Perrey.html" target="_blank">Kingsley</a></em> são os autores dessa pérola chamada <em>Swan&#8217;s Splashdown</em>, datada de 1966. faz parte do álbum <a title="the in sound" href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_In_Sound_from_Way_Out!_(Perrey_and_Kingsley_album)" target="_blank"><em>The In Sound from Way Out!</em></a>, o primeiro trabalho da <a title="Perrey and Kingsley" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Perrey_and_Kingsley" target="_blank">dupla</a> e considerado como o primeiro disco <em>mainstream </em>de música eletrônica.</p>
<p>enfim: uma música sensacional, o som do futuro&#8230; ainda mais se considerarmos que, 41 anos atrás, já estariam dando a dica do que ouvir hoje. a prova de que &#8212; nem sempre &#8212; o mais novo é, também, o mais moderno.</p>
<p>o que eles não consideravam, com certeza, é que esse chiado do lp de vinil que tanto perturbava lá em 1966 seria uma <em>hype</em> tão forte mais de 40 anos depois. e, sem querer, mais uma vez eles acertaram o que a gente estaria ouvindo hoje!</p>
<p>então, tá dada a indicação. estão dados todos os links pra quem quiser ler mais a respeito. agora, chega de bla bla bla, e vamos escutar!!!
</p>
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				<itunes:subtitle>começo agradecendo meu pai, o real responsável por este post: valeu!!!

essa é a música mais avant-garde que eu postei até agora. a mais experimental, a ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>começo agradecendo meu pai, o real responsável por este post: valeu!!!

essa é a música mais avant-garde que eu postei até agora. a mais experimental, a mais louca. a com o pensamento mais futurista possível. só que ela é dos anos 60...

origens da música eletônica comercial, Perrey and Kingsley são os autores dessa pérola chamada Swan's Splashdown, datada de 1966. faz parte do álbum The In Sound from Way Out!, o primeiro trabalho da dupla e considerado como o primeiro disco mainstream de música eletrônica.

enfim: uma música sensacional, o som do futuro... ainda mais se considerarmos que, 41 anos atrás, já estariam dando a dica do que ouvir hoje. a prova de que -- nem sempre -- o mais novo é, também, o mais moderno.

o que eles não consideravam, com certeza, é que esse chiado do lp de vinil que tanto perturbava lá em 1966 seria uma hype tão forte mais de 40 anos depois. e, sem querer, mais uma vez eles acertaram o que a gente estaria ouvindo hoje!

então, tá dada a indicação. estão dados todos os links pra quem quiser ler mais a respeito. agora, chega de bla bla bla, e vamos escutar!!!</itunes:summary>
		<itunes:keywords>eletronica experimental vintage perrey kingsley,</itunes:keywords>
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		<title>indie-belga, dEUS e mintzkov</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jun 2007 06:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indicadores</dc:creator>
		
	<category>Indicação</category>
	<category>Boecker</category>
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		<description><![CDATA[indie-pop-rock.
uns dizem que é pobre, uns dizem que é simplório. posso até concordar em alguns momentos, mas no geral, acho um gênero agradável e objetivo. se vale divagar, pra mim é um punk sem fazer barulho&#8230; melodias simples, harmonias simples&#8230; mas com uns toques de experimentalismo, peso sem fazer esporro, sonoridades etéreas sem dar sono, doideiras sem ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>indie-pop-rock.</p>
<p>uns dizem que é pobre, uns dizem que é simplório. posso até concordar em alguns momentos, mas no geral, acho um gênero agradável e objetivo. se vale divagar, pra mim é um punk sem fazer barulho&#8230; melodias simples, harmonias simples&#8230; mas com uns toques de experimentalismo, peso sem fazer esporro, sonoridades etéreas sem dar sono, doideiras sem ser cansativo&#8230;</p>
<p>e se existe um deus no mundo indie, pra mim esse deus se chama &#8212; olha a piada infame!!! &#8212; <a title="dEUS" href="http://indicadores.podbean.com/admin/www.deus.be">dEUS</a>. por anos foi o representante máximo do indie, na minha humilde opinião. e daí, descobri que lá na terra deles &#8212; que a gente, aqui, simplesmente nem sabe que existe direito &#8212; tem um monte de gente que leva um som nessa mesma levada. nunca ouvi falar em indie-belga como um estilo, mas eu realmente escuto uma grande identidade musical no som do povo de lá.</p>
<p>e, nessas de escutar muito do que é tocado na bélgica, eis que encontrei uma banda que faz frente ao meu mito musical de antes:</p>
<p><a title="mintzkov" href="http://indicadores.podbean.com/admin/www.mintzkov.com">mintzkov</a>. o nome é meio escroto, eu acho. mas o som dos caras é sensacional! indie-belga (acho que acabei de inventar um gênero, né&#8230;) da melhor qualidade! um pouco de loucura, mas sem exageros; um certo peso, mas sem doer o ouvido; melodias simples, sem pobreza; e uma carga emocional muito forte, sem ser piegas ou brega. um som muito equilibrado, mas que merece um adjetivo especial da minha parte: visceral.</p>
<p>tá dada a indicação&#8230; aproveitem o som!!</p>
<p>aqui, <em>in every crowd</em>, do tempo em que a banda ainda se chamava <em>mintzkov luna</em>.
</p>
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				<itunes:subtitle>indie-pop-rock.

uns dizem que é pobre, uns dizem que é simplório. posso até concordar em alguns momentos, mas no geral, acho um gênero agradável e objetivo. se ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>indie-pop-rock.

uns dizem que é pobre, uns dizem que é simplório. posso até concordar em alguns momentos, mas no geral, acho um gênero agradável e objetivo. se vale divagar, pra mim é um punk sem fazer barulho... melodias simples, harmonias simples... mas com uns toques de experimentalismo, peso sem fazer esporro, sonoridades etéreas sem dar sono, doideiras sem ser cansativo...

e se existe um deus no mundo indie, pra mim esse deus se chama -- olha a piada infame!!! -- dEUS. por anos foi o representante máximo do indie, na minha humilde opinião. e daí, descobri que lá na terra deles -- que a gente, aqui, simplesmente nem sabe que existe direito -- tem um monte de gente que leva um som nessa mesma levada. nunca ouvi falar em indie-belga como um estilo, mas eu realmente escuto uma grande identidade musical no som do povo de lá.

e, nessas de escutar muito do que é tocado na bélgica, eis que encontrei uma banda que faz frente ao meu mito musical de antes:

mintzkov. o nome é meio escroto, eu acho. mas o som dos caras é sensacional! indie-belga (acho que acabei de inventar um gênero, né...) da melhor qualidade! um pouco de loucura, mas sem exageros; um certo peso, mas sem doer o ouvido; melodias simples, sem pobreza; e uma carga emocional muito forte, sem ser piegas ou brega. um som muito equilibrado, mas que merece um adjetivo especial da minha parte: visceral.

tá dada a indicação... aproveitem o som!!

aqui, in every crowd, do tempo em que a banda ainda se chamava mintzkov luna.</itunes:summary>
		<itunes:keywords>mintzkov indie pop rock belgium,</itunes:keywords>
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		<title>ms john soda</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jun 2007 00:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indicadores</dc:creator>
		
	<category>Indicação</category>
	<category>Boecker</category>
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		<description><![CDATA[falando pouco, mas pelo menos postando pra ver se esse blog volta a indicar alguma coisa.
a boa de hoje: ms john soda.
parte do cardápio do excelente selo morr music, trata-se de um duo alemão de respeito: o tecladista do &#8220;couch&#8220;, mais o genial baixista do &#8220;Tied &#038; Tickled Trio&#8221; e do &#8220;notwist&#8221; &#8212; não precisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>falando pouco, mas pelo menos postando pra ver se esse blog volta a indicar alguma coisa.</p>
<p>a boa de hoje: <a title="ms john soda" href="http://www.msjohnsoda.de/" target="_blank">ms john soda</a>.</p>
<p>parte do cardápio do excelente selo <a title="morr music" href="http://www.morrmusic.com/" target="_blank">morr music</a>, trata-se de um duo alemão de respeito: o tecladista do &#8220;<a title="couch" href="http://www.myspace.com/couchmusik" target="_blank">couch</a>&#8220;, mais o genial baixista do &#8220;<a title="T&#038;TT" href="http://www.tiedandtickledtrio.com/">Tied &#038; Tickled Trio</a>&#8221; e do &#8220;<a title="notwist" href="http://www.notwist.com/">notwist</a>&#8221; &#8212; não precisa dizer mais nada, né?</p>
<p>pra quem gosta de idm, synth-pop e fortes pitadas de indie, ms john soda é uma boa pedida. e a música da vez é <em>no one</em>, do ep <em>While Talking</em>, de 2003. vale a pena conferir a discografia dos caras, é coisa boa!
</p>
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				<itunes:subtitle>falando pouco, mas pelo menos postando pra ver se esse blog volta a indicar alguma coisa.

a boa de hoje: ms john soda.

parte do cardápio do ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>falando pouco, mas pelo menos postando pra ver se esse blog volta a indicar alguma coisa.

a boa de hoje: ms john soda.

parte do cardápio do excelente selo morr music, trata-se de um duo alemão de respeito: o tecladista do "couch", mais o genial baixista do "Tied &#038; Tickled Trio" e do "notwist" -- não precisa dizer mais nada, né?

pra quem gosta de idm, synth-pop e fortes pitadas de indie, ms john soda é uma boa pedida. e a música da vez é no one, do ep While Talking, de 2003. vale a pena conferir a discografia dos caras, é coisa boa!</itunes:summary>
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		<title>Complexos de Terceiro Mundo- música instrumental</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2007 21:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indicadores</dc:creator>
		
	<category>Indicação</category>
	<category>Gil</category>
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		<description><![CDATA[Pouca gente sabe, mas até os anos 60, o termo instrumental não existia. Era comum o público em geral sair pra ver um som instrumental tanto quanto um som cantado. Claro que uma Elis, ou um Jair Rodrigues tinham muito mais apelo e lotavam um lugar maior, mas conjuntos instrumentais tinham muito público tb, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pouca gente sabe, mas até os anos 60, o termo instrumental não existia. Era comum o público em geral sair pra ver um som instrumental tanto quanto um som cantado. Claro que uma Elis, ou um Jair Rodrigues tinham muito mais apelo e lotavam um lugar maior, mas conjuntos instrumentais tinham muito público tb, e chegavam até a tocar em programas de televisão junto com cantores populares. É claro que nesses programas a maior atenção era dada aos cantores e cantoras, as pessoas conheciam as letras e tal, mas junto no mesmo programa tocavam trios de piano, baixo e bateria, como o Zimbo Trio ou o Tamba Trio, e conjuntos como o Quarteto Novo com Hermeto Pascoal e o Airto Moreira, e o público sabia o nome dos músicos!!! Imagina hoje em dia se ia rolar um cara como o Hermeto, ou um trio de jazz num programa de tv aberta( a não ser na tve ou nos canais universitários talvez)???
O que aconteceu foi que, de repente, as gravadoras começaram a impor algumas barreiras a música instrumental. A merda da indústria de gravadoras que não se sabe ao certo porque de repente começou a separar e ditar o que era bom pro povo ou não.
Então de uma hora pra outra instrumental virou coisa de elite, e os espaços foram sumindo.
Hoje em dia são poucos que conseguem sobreviver. Grandes músicos, arranjadores ou maestros como o gênio recém falecido, Moacir Santos, Eumir Deodato, Luiz Bonfá, Sérgio Mendes&#8230;&#8230;..só se deram realmente bem no exterior. Alguns deles foram e nunca mais voltaram. Porque??? No mercado internacional de músicos, o Brasil sempre teve um preço alto. Nossos músicos são admirados em qualquer lugar do mundo, e existe toda uma subcultura de venda de discos raros de bossa nova e música instrumental brasileira. Tem japonês pagando milhares de dólares por discos que aqui nego nem lembra que existe
Claro que nem todos são essas maravilhas, mas é inegável a baixa valorização desses artistas em solo brasileiro. È só entrar numa Modern Sound da vida e ver a quantidade de disco importado de musico brasileiro!!!</p>
<p>A música que eu escolhi se chama “Tacho” que ta no disco “Missa dos Escravos” do Hermeto Pascoal, que por sinal foi gravado na gringa, e tem até participação da história viva do contra-baixo Ron Carter.
OBS: Escrevi esse post à alguns dias, e por incrível que pareça não combinei nada com o João Paulo, apesar da temática tão parecida. È, parece que as ondas cerebrais viajam longe&#8230;
</p>
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				<itunes:subtitle>Pouca gente sabe, mas até os anos 60, o termo instrumental não existia. Era comum o público em geral sair pra ver um som instrumental ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Pouca gente sabe, mas até os anos 60, o termo instrumental não existia. Era comum o público em geral sair pra ver um som instrumental tanto quanto um som cantado. Claro que uma Elis, ou um Jair Rodrigues tinham muito mais apelo e lotavam um lugar maior, mas conjuntos instrumentais tinham muito público tb, e chegavam até a tocar em programas de televisão junto com cantores populares. É claro que nesses programas a maior atenção era dada aos cantores e cantoras, as pessoas conheciam as letras e tal, mas junto no mesmo programa tocavam trios de piano, baixo e bateria, como o Zimbo Trio ou o Tamba Trio, e conjuntos como o Quarteto Novo com Hermeto Pascoal e o Airto Moreira, e o público sabia o nome dos músicos!!! Imagina hoje em dia se ia rolar um cara como o Hermeto, ou um trio de jazz num programa de tv aberta( a não ser na tve ou nos canais universitários talvez)???
O que aconteceu foi que, de repente, as gravadoras começaram a impor algumas barreiras a música instrumental. A merda da indústria de gravadoras que não se sabe ao certo porque de repente começou a separar e ditar o que era bom pro povo ou não.
Então de uma hora pra outra instrumental virou coisa de elite, e os espaços foram sumindo.
Hoje em dia são poucos que conseguem sobreviver. Grandes músicos, arranjadores ou maestros como o gênio recém falecido, Moacir Santos, Eumir Deodato, Luiz Bonfá, Sérgio Mendes........só se deram realmente bem no exterior. Alguns deles foram e nunca mais voltaram. Porque??? No mercado internacional de músicos, o Brasil sempre teve um preço alto. Nossos músicos são admirados em qualquer lugar do mundo, e existe toda uma subcultura de venda de discos raros de bossa nova e música instrumental brasileira. Tem japonês pagando milhares de dólares por discos que aqui nego nem lembra que existe
Claro que nem todos são essas maravilhas, mas é inegável a baixa valorização desses artistas em solo brasileiro. È só entrar numa Modern Sound da vida e ver a quantidade de disco importado de musico brasileiro!!!

A música que eu escolhi se chama “Tacho” que ta no disco “Missa dos Escravos” do Hermeto Pascoal, que por sinal foi gravado na gringa, e tem até participação da história viva do contra-baixo Ron Carter.
OBS: Escrevi esse post à alguns dias, e por incrível que pareça não combinei nada com o João Paulo, apesar da temática tão parecida. È, parece que as ondas cerebrais viajam longe...</itunes:summary>
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		<title>Sou Pop toco Jazz</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2007 11:28:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indicadores</dc:creator>
		
	<category>Indicação</category>
	<category>João Paulo</category>
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		<description><![CDATA[Foi mal pela demora de atualização, mas tivemos uma temporada de muitas ocupações.
O título da postagem de hoje pode parecer questionador, mas tem a ver com diversas coisas que têm acontecido comigo hoje em dia e um documentário sobre a história do Jazz.
Eu estou por uma das primeiras vezes na minha vida investindo no mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi mal pela demora de atualização, mas tivemos uma temporada de muitas ocupações.
O título da postagem de hoje pode parecer questionador, mas tem a ver com diversas coisas que têm acontecido comigo hoje em dia e um documentário sobre a história do Jazz.
Eu estou por uma das primeiras vezes na minha vida investindo no mundo de jazz. Estou montando uma banda de Ska Jazz Instrumental, altamente desafiador para alguém como eu que com 11 anos tocando em bandas de rock e algumas de mpb.
O Ska Jazz é uma mistura do Ska clássico jamaicano com uns conceitos Jazz, aquela esquema de repetições de algum tema e entre isso diversos improvisos. Bandas como Skatalites, Tokyo Ska Paradise Orchestra, New York Ska Jazz Ensemble e muitas outras que estou descobrindo estão abrindo a minha mente para um mundo incrível que sempre tive receio de explorar o Jazz.
Diferente do Jazz, o Ska tem um fator determinante para ser mais agradável, ele é dançante, musica para mim, indiferente do estilo, tem que ser minimamente dançante, até musicas tristes que dão os passes de dança para as lagrimas, poético né?
O Jazz por muito era visto por mim como som snob e prepotente, que a maioria das pessoas que gostavam de Jazz, não ouviam por se identificarem com o som e sim por querer fazer parte de um grupo social, mas isso mudou depois de conhecer parte da história do jazz.
O documentário JAZZ, dirigido por Ken Burns, conta a história do Jazz. Só consegui acabar de ver o primeiro dos quatro DVDs, esse que eu vi conta a origem do Jazz em New Orleans.
Em nova Orleans ocorreu uma forte mistura étnica pelo grande numero de imigrantes e a escravidão, que tinha sido abolida, ainda era normal.
Toda essa mistura de raças e culturas levaram à necessidade de se encontrar uma linguagem, e foi a musica a melhor forma encontrada. Uma musica sem leis, onde o improviso eram as palavras. Esse movimento musical ainda sem nome era visto como uma coisa popular sem valor, sem classe, mesmo sendo muito apreciado entre os jovens nobres da sociedade.
Outro elemento importante para o crescimento do jazz, especialmente para os pianistas, foram os puteiros que gostavam de uma musica animada para estimular seus clientes.
Resumindo, por que vale a pena ver o documentário, o jazz nasceu e cresceu no gueto, uma semelhança, um pouco forçada, com rap e o funk, forma de expressão encontrada pelos subúrbios brasileiros para se expressar musicalmente (depois eu explico a minha teoria de qual é a importância do Rap e o Funk).
O Jazz é uma coisa originalmente popular e que só cresceu por causa do gosto popular, e muitos dos membros desse movimento viram como é importante o gosto popular que sempre procura se divertir. Por isso que a indicação é um dos maiores compositores do Brasil, Moacir Santos com a musica Coisa Nº4, um dos melhores arranjos de musica instrumental que já ouvi. Simples objetivo e divertidíssimo.
</p>
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				<itunes:subtitle>Foi mal pela demora de atualização, mas tivemos uma temporada de muitas ocupações.
O título da postagem de hoje pode parecer questionador, mas tem a ver ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Foi mal pela demora de atualização, mas tivemos uma temporada de muitas ocupações.
O título da postagem de hoje pode parecer questionador, mas tem a ver com diversas coisas que têm acontecido comigo hoje em dia e um documentário sobre a história do Jazz.
Eu estou por uma das primeiras vezes na minha vida investindo no mundo de jazz. Estou montando uma banda de Ska Jazz Instrumental, altamente desafiador para alguém como eu que com 11 anos tocando em bandas de rock e algumas de mpb.
O Ska Jazz é uma mistura do Ska clássico jamaicano com uns conceitos Jazz, aquela esquema de repetições de algum tema e entre isso diversos improvisos. Bandas como Skatalites, Tokyo Ska Paradise Orchestra, New York Ska Jazz Ensemble e muitas outras que estou descobrindo estão abrindo a minha mente para um mundo incrível que sempre tive receio de explorar o Jazz.
Diferente do Jazz, o Ska tem um fator determinante para ser mais agradável, ele é dançante, musica para mim, indiferente do estilo, tem que ser minimamente dançante, até musicas tristes que dão os passes de dança para as lagrimas, poético né?
O Jazz por muito era visto por mim como som snob e prepotente, que a maioria das pessoas que gostavam de Jazz, não ouviam por se identificarem com o som e sim por querer fazer parte de um grupo social, mas isso mudou depois de conhecer parte da história do jazz.
O documentário JAZZ, dirigido por Ken Burns, conta a história do Jazz. Só consegui acabar de ver o primeiro dos quatro DVDs, esse que eu vi conta a origem do Jazz em New Orleans.
Em nova Orleans ocorreu uma forte mistura étnica pelo grande numero de imigrantes e a escravidão, que tinha sido abolida, ainda era normal.
Toda essa mistura de raças e culturas levaram à necessidade de se encontrar uma linguagem, e foi a musica a melhor forma encontrada. Uma musica sem leis, onde o improviso eram as palavras. Esse movimento musical ainda sem nome era visto como uma coisa popular sem valor, sem classe, mesmo sendo muito apreciado entre os jovens nobres da sociedade.
Outro elemento importante para o crescimento do jazz, especialmente para os pianistas, foram os puteiros que gostavam de uma musica animada para estimular seus clientes.
Resumindo, por que vale a pena ver o documentário, o jazz nasceu e cresceu no gueto, uma semelhança, um pouco forçada, com rap e o funk, forma de expressão encontrada pelos subúrbios brasileiros para se expressar musicalmente (depois eu explico a minha teoria de qual é a importância do Rap e o Funk).
O Jazz é uma coisa originalmente popular e que só cresceu por causa do gosto popular, e muitos dos membros desse movimento viram como é importante o gosto popular que sempre procura se divertir. Por isso que a indicação é um dos maiores compositores do Brasil, Moacir Santos com a musica Coisa Nº4, um dos melhores arranjos de musica instrumental que já ouvi. Simples objetivo e divertidíssimo.</itunes:summary>
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		<title>Show do UDORA no RJ 30/04/2007</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2007 03:21:24 +0000</pubDate>
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	<category>Indicação</category>
	<category>João Paulo</category>
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Como começar a fazer a crítica de um show? Confesso que essa é a primeira vez em que realmente quero me esforçar para expressar todos os sentimentos que tive durante o show. Não é fácil para um fã, depois do primeiro show, procurar as melhores palavras.
Pode parecer que vai ser “puxasaquismos”, mas a verdade é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="345" height="257" src="http://lh4.google.com/image/2indicadores/Rjd31pPe28I/AAAAAAAAACM/f7BDLaBFSRs/Udora%20014.jpg?imgmax=640" />
Como começar a fazer a crítica de um show? Confesso que essa é a primeira vez em que realmente quero me esforçar para expressar todos os sentimentos que tive durante o show. Não é fácil para um fã, depois do primeiro show, procurar as melhores palavras.
Pode parecer que vai ser “puxasaquismos”, mas a verdade é que o show do UDORA no dia 30 de abril de 2007 no Teatro Odisséia no Rio de Janeiro foi maravilhoso. Alto, forte, bem executado, carinhoso e íntimo são as melhores expressões que encontro para resumir uma mistura de sentimentos e sensações.
Mas vamos lá. Vou começar a descrever.
O show começou tarde, por volta de 1:20 da manhã. Eu já estava cansado de esperar. As bandas que tocaram antes não me animaram nem um pouco. Entrei na casa procurando apenas uma coisa: UDORA.
No final do show da banda anterior a eles, corri para a frente do palco procurando uma boa posição para tirar as fotos e, mesmo sem terem tocado nada, já deu para sentir que eles não tinham vindo para brincar. Trocaram os cabeçotes dos amps de guitarra e baixo pelos deles. Muitos músicos presentes começaram a babar pelo cabeçote Orange, objeto de desejo de muitos guitarristas.
A montagem de palco foi longa e cansativa, mas valeu a pena. Assim que a banda entrou no palco, um fervor de ansiedade tomou conta de mim e de todo o espaço. Era hora de rock, e nada melhor do que Pieces do disco Liberty Square para abrir o show. Não sabia se tirava fotos ou me esgoelava tentando acompanhar os gritos do vocalista Gustavo. Com certeza uma entrada perfeita para matar a fome de centenas de fãs sedentos.
A segunda música foi Faith &#038; Reason, uma das minhas preferidas. Em seguida vieram Fade Away e a lindíssima Breathing Life, que tirou mais ar dos pulmões do público do que encheu, embora só tenha dado mais vida à casa.
A tríade de hits do Liberty Square foi perfeita para aquecer a galera, mas eu estava na expectativa de ouvir as músicas em português, e meu desejo foi realizado a partir da quarta música. Tocaram A Falta (Que Me Faz) seguida de Por Que Não Tentar De Novo (essa, por sina,l é a nova musica de trabalho que já tem até um clipe. Empolgante e introspectiva, com certeza será um sucesso).
Depois do momento português chegou a hora do “revival” DIESEL, com Burn My Hand e Drain. Eu nunca imaginei que essas músicas tinham marcado tanto o público carioca que cantou com empolgação e uma certa adoração. Cheguei a pensar que alguém iria tentar, literalmente, queimar a mão.
Continuando o set, veio When it ends, na versão ao vivo que consegue emocionar qualquer um. Depois, a pedido do público, Guerrilheiro Só, O Carnaval Morreu (que fica perfeita ao vivo, com um refrão forte e marcante), Meu Pior Inimigo (uma das melhores letras e melodias que já vi em algum tempo), e para fechar, duas músicas certamente perfeitas para marcar todos: 4D (uma das melhores e mais agressivas musicas da época DIESEL) e The Beautiful Game, do disco Liberty Square. Foi aí que o caos tomou conta do palco e da platéia. As músicas não eram mais ouvidas, porém sentidas, como um forte soco no peito (por sinal, levei um soco nas costas de um fã animado, pulando em cima das pessoas).
No BIS, tocaram Phantom Limb, do Liberty Square (que levou 15º lugar num concurso de composições internacional com menção honrosa) e Plastic Smile, do DIESEL.
As músicas novas funcionam muito bem ao vivo e são extremamente empolgantes. Essa é uma crítica que devo fazer (imagino que esse seja o momento em que os leitores que gostam da banda vão querer me bater): O UDORA podia ter investido mais nas musicas em português em seu show. Foram 5 músicas, se não me engano. Sei que todos estavam com vontade de matar a saudade do DIESEL e curiosos para conhecer ao vivo as músicas compostas nos EUA, mas mesmo assim acredito que a banda pode confiar mais nas atuais composições.
Bem, vou falar um pouco do público, que deu um show à parte. Animados e energéticos, cantaram cada palavra, letra, “yeah” e “aaahhh” das músicas. Para que backing vocals com microfones cheios de compressor quando se tem um coro cantando do fundo do coração? Emocionante!
Quanto à performance da banda, não tenho nada a reclamar. Pelo contrário, só elogios. Todos os problemas normais de um show, como cordas arrebentadas e perda de baquetas não interromperam o fluxo do show. Foram até brechas para um entrosamento com o público.
Para fazer uma análise individual de cada integrante da banda, vou ter que contar detalhes de antes, durante e após o show, e por ordem de contato.
<img style="width: 222px; height: 295px" src="http://lh6.google.com/image/2indicadores/Rjd4MJPe3AI/AAAAAAAAACs/HFpkyHsr5P8/Udora%20018.jpg?imgmax=512" />
O primeiro que eu encontrei foi o Leo. Fiquei meio receoso de abordá-lo, mas como sou cara de pau, fui lá dar um alô. Apresentei-me, falei do blog, que queria tirar umas fotos da banda e blábláblá. O cara é gente fina. Talvez pelo momento tenha parecido meio fechado, mas com certeza deve ser alguém divertido para sentar e passar horas conversando. Ele é um ótimo guitarrista, preocupado em executar com perfeição cada nota e tirar o melhor som para elas - detalhes que podem sair despercebidos nos shows, mas que dão toda a graça para quem conhece as músicas.
<img style="width: 271px; height: 203px" src="http://lh4.google.com/image/2indicadores/Rjd4opPe3FI/AAAAAAAAADU/_ye5oeLjngs/Udora%20023.jpg?imgmax=640" />
Depois troquei algumas palavras com o Gustavo, que parecia animado com o show, mas também bem concentrado. O cara é muito simpático, realmente demonstra um grande carinho com todos, carinho que foi presente durante todo o show, fosse trocando olhares, apertando mãos ou agradecendo o público pela energia. O Gustavo é um cara espetacular (nossa, isso soou meio gay, mas tudo bem). O cara canta muito bem, toca guitarra maravilhosamente, agita a galera e cria um entrosamento banda-platéia espetacular. Às vezes, parece que todos são amigos de longa data. Depois do show, não tive muita chance de conversar com ele devido à onda de fãs querendo autógrafos e fotos, mas próximas oportunidades virão, com certeza.
<img style="width: 234px; height: 312px" src="http://lh4.google.com/image/2indicadores/Rjd40pPe3HI/AAAAAAAAADo/rTgpedpc8oI/Udora%20025.jpg?imgmax=512" />
Para falar do Debarry, tenho até que pôr a música Chama o Debarry, brincadeira que a banda fez para falar dele. O cara é uma figura. Simpático e comunicativo, consegui bater um papo com ele antes do show. Não foi muito longo por causa da barulheira, mas ele parecia o mais ansioso em começar a tocar, e não era à toa. Ele realmente demonstra uma paixão por tocar. Bateu cabeça em todas as músicas e ocupou perfeitamente a posição de baixista da banda. Como sou baixista, tenho que fazer algumas observações mais técnicas: Debarry toca muito bem, tem um timbre que não me agrada muito, mas que funciona perfeitamente na atmosfera das músicas. Depois do show eu nem o vi. Fica para a próxima, né?
<img style="width: 265px; height: 196px" src="http://lh4.google.com/image/2indicadores/Rjd68pPe3jI/AAAAAAAAAHM/3wbt9ldJpg4/Udora%20002.jpg?imgmax=640" />
O PH tem tatuagens nas pernas muito show de bola. O cara é um batera animal. Canhoto que não inverte a bateria, mão pesada e precisa, dando a pressão essencial para que o show fosse o que foi. Depois do show, consegui falar com ele. O cara é bacana, me contou alguns detalhes sobre o CD novo, sobre os shows e as viagens e explicou a hilária origem da musica Chama o Debarry.
Resumindo, a banda está de parabéns. Mostrou um serviço profissional e de qualidade. Como músico, posso dizer que estou aliviado. Encontrei uma banda que faz um rock brasileiro sério e muito bom, algo que tem se perdido já há algum tempo.
Como eu falei no início, não irei ficar só nos elogios. É verdade, o show foi muito bom, mas em muitos momentos o som da casa realmente me incomodou. Às vezes parecia estar alto demais, o que fez perder a definição em muitas das músicas. A voz do Gustavo parecia meio apagada, muito em conta do lugar em que eu estava. Sei que às vezes volume cria energia, mas parecia meio exagerado tudo estar tão alto e berrante. Esse comentário pode soar ranzinza, mas as composições do UDORA são ricas em detalhes, e é muito chato quando elas se perdem no meio de um bolo sonoro.</p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com/2indicadores">Todas as fotos apenas click aqui</a></p>
<p>Vídeos:
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=0mIC9cZBFOY">Pieces</a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=jMIXPoX_2Fk">Fade Away</a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=KlmyP-tQwn0">A Falta (que me faz)</a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=dSR1PkkSuC8">Por que não tentar de novo</a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=n9A3xPd8fK4">When It Ends</a>
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=u9F1PUoVpO4">O Carnaval Morreu</a></p>
<p>Agradecimentos especiais para Henrique Granado e Geraldo Côrtes
</p>
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		<title>Entrevista com Gustavo do Udora</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2007 03:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indicadores</dc:creator>
		
	<category>Indicação</category>
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		<description><![CDATA[Agora para vocês uma entrevista com o Gustavo, vocalista do UDORA, sobre o impacto de todas as viagens sobre ele e musica.
Gustavo para começar você poderia fazer uma pequena auto apresentação?
Meu nome é Gustavo Drummond, mineiro, e canto e toco no Udora.
Você é viciado em musica?
Acho que viciado não, mas gosto muito.
Qual foi seu primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora para vocês uma entrevista com o Gustavo, vocalista do UDORA, sobre o impacto de todas as viagens sobre ele e musica.</p>
<p>Gustavo para começar você poderia fazer uma pequena auto apresentação?</p>
<p>Meu nome é Gustavo Drummond, mineiro, e canto e toco no Udora.</p>
<p>Você é viciado em musica?
Acho que viciado não, mas gosto muito.</p>
<p>Qual foi seu primeiro impacto musical? No sentido de que qual ou quais bandas foram as primeiras começou a ouvir e se identificar?
The Beatles, Michael Jackson, Balão Mágico e Gilberto Gil</p>
<p>Eu li em outras matérias e entrevistas que você já morou em diversas cidades do Brasil, quais? E como que essas mudanças de ambiente podem ter influenciado diretamente com seu gosto musical?
São Luís-MA, Imperatriz-MA, Itabira-MG, Belo Horizonte-MG, Salvador-BA, Santa Marta e Bogotá (Colômbia), New York, Los Angeles. Eu acredito que as viagens constantes que tive por meu pai ser engenheiro civil e ter sido constantemente transferido só me ajudaram a desenvolver gostos e interesses por culturas diferentes. Creio que a música, minha grande paixão, foi sendo moldada e construída a partir do que vivi nesses lugares.</p>
<p>E musica é coisa presente em sua família, ou foi algo que começou entre os amigos?
Minha mãe é acordeonista e minha avó arranhava um violão. Foi por causa da minha avó que comecei, usando os livrinhos de acordes dela.</p>
<p>Com o Diesel, você chegou a viajar muito pelo Brasil? Gostaria que falasse um pouco sobre esse tempo? As bandas com quem vocês dividiram palcos, quartos, ônibus e outras aventuras?
Viajamos bastante. Fomos à diversos estados de diferentes regiões e era bastante divertido. Já tocamos com Dead Fish, Deceivers, Cachorro Grande, Seash, Unfashion, Habagaceira entre inúmeras outras bandas. Histórias engraçadas temos aos montes, desde risadas, confusão em hotéis, a alegria de conhecer pessoas novas e desventuras com amigos e &#8220;amigas&#8221;.</p>
<p>E essas viagens com o Diesel, você deve ter conhecido bem as diferenças de estilo e sonoridade dos estados diferente, a pergunta é: tem diferença? Isso te influenciou?
Acho que dentro de cada estado há uma pequena estética que prevalece de forma bem sutil. Creio que mesmo sendo oriundos de BH, não fomos influenciados de forma marcante pelo que era de outras partes, até porque nossa grande referência na época eram bandas gringas.</p>
<p>Continuando a falar de viagens, o Diesel depois do Rock in Rio resolveu arriscar em terrenos internacionais (Estados Unidos), essa viagem causou algum impacto na sonoridade da banda? Quais as bandas novas e diferentes você conheceu lá?
Claro que sim. Nós mudamos de acordo com o que ocorria à nossa volta e o resultado disso foi o disco Liberty Square, que é vastamente superior ao que fizemos com o Diesel, musicalmente falando. De bandas novas, temos ouvido muito Feist, The Bronx, Madeleine Peiroux e Spoon.</p>
<p>Você mantem uma participação ativa na comunidade do Orkut, respondendo perguntas, duvidas e curiosidades, alem de fazer aquela divulgação básica: Você essa relacionamento importante? Ele mudou desde que voltou ao Brasil? E como foi feita esse &#8220;networking&#8221; no EUA?
Acho muito importante. Sempre tive esse relacionamento de acessibilidade total com os fãs. A diferença é que antigamente ele se dava no fórum do website e hoje em dia foi feita na comunidade do Orkut. Nos EUA a gente usava o myspace.</p>
<p>Para fechar, Nos aqui do indicadores vamos ganhar uma copia do Goodbye Alô?
Se vocês começarem a fazer mais perguntas relativas ao Udora, Goodbye Alô e menos sobre Diesel e coisas de 6 anos atrás sim. ahhahhahah. Brincadeira, é claro que sim!</p>
<p>Seus principais influenciadores:
Top 10 Bandas Estrangeiras:
Beatles, The Clash, The Who, Sex Pistols, AC/DC, Michael Jackson, Miles Davis, Feist, Queen, The Police
Top 10 Bandas Nacionais:
Tom Jobim, João Gilberto, Jorge Ben, Úteros em Fúria, Formidável Família Musical, Titãs, Tim Maia, Mutantes, Secos &#038; Molhados e Caetano Veloso.</p>
<p>Agora Gustavo como é normal de cada material do Blog gostaríamos que você indicasse uma musica para os leitores ouvirem, pode ser uma musica que você goste ou do próprio Udora.
Udora - Por Que Não Tentar De Novo?</p>
<p>Grande abraço João Paulo!</p>
<p>Gustavo
</p>
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				<itunes:subtitle>Agora para vocês uma entrevista com o Gustavo, vocalista do UDORA, sobre o impacto de todas as viagens sobre ele e musica.

Gustavo para começar você ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Agora para vocês uma entrevista com o Gustavo, vocalista do UDORA, sobre o impacto de todas as viagens sobre ele e musica.

Gustavo para começar você poderia fazer uma pequena auto apresentação?

Meu nome é Gustavo Drummond, mineiro, e canto e toco no Udora.

Você é viciado em musica?
Acho que viciado não, mas gosto muito.

Qual foi seu primeiro impacto musical? No sentido de que qual ou quais bandas foram as primeiras começou a ouvir e se identificar?
The Beatles, Michael Jackson, Balão Mágico e Gilberto Gil


Eu li em outras matérias e entrevistas que você já morou em diversas cidades do Brasil, quais? E como que essas mudanças de ambiente podem ter influenciado diretamente com seu gosto musical?
São Luís-MA, Imperatriz-MA, Itabira-MG, Belo Horizonte-MG, Salvador-BA, Santa Marta e Bogotá (Colômbia), New York, Los Angeles. Eu acredito que as viagens constantes que tive por meu pai ser engenheiro civil e ter sido constantemente transferido só me ajudaram a desenvolver gostos e interesses por culturas diferentes. Creio que a música, minha grande paixão, foi sendo moldada e construída a partir do que vivi nesses lugares.

E musica é coisa presente em sua família, ou foi algo que começou entre os amigos?
Minha mãe é acordeonista e minha avó arranhava um violão. Foi por causa da minha avó que comecei, usando os livrinhos de acordes dela.

Com o Diesel, você chegou a viajar muito pelo Brasil? Gostaria que falasse um pouco sobre esse tempo? As bandas com quem vocês dividiram palcos, quartos, ônibus e outras aventuras?
Viajamos bastante. Fomos à diversos estados de diferentes regiões e era bastante divertido. Já tocamos com Dead Fish, Deceivers, Cachorro Grande, Seash, Unfashion, Habagaceira entre inúmeras outras bandas. Histórias engraçadas temos aos montes, desde risadas, confusão em hotéis, a alegria de conhecer pessoas novas e desventuras com amigos e "amigas".

E essas viagens com o Diesel, você deve ter conhecido bem as diferenças de estilo e sonoridade dos estados diferente, a pergunta é: tem diferença? Isso te influenciou?
Acho que dentro de cada estado há uma pequena estética que prevalece de forma bem sutil. Creio que mesmo sendo oriundos de BH, não fomos influenciados de forma marcante pelo que era de outras partes, até porque nossa grande referência na época eram bandas gringas.

Continuando a falar de viagens, o Diesel depois do Rock in Rio resolveu arriscar em terrenos internacionais (Estados Unidos), essa viagem causou algum impacto na sonoridade da banda? Quais as bandas novas e diferentes você conheceu lá?
Claro que sim. Nós mudamos de acordo com o que ocorria à nossa volta e o resultado disso foi o disco Liberty Square, que é vastamente superior ao que fizemos com o Diesel, musicalmente falando. De bandas novas, temos ouvido muito Feist, The Bronx, Madeleine Peiroux e Spoon.

Você mantem uma participação ativa na comunidade do Orkut, respondendo perguntas, duvidas e curiosidades, alem de fazer aquela divulgação básica: Você essa relacionamento importante? Ele mudou desde que voltou ao Brasil? E como foi feita esse "networking" no EUA?
Acho muito importante. Sempre tive esse relacionamento de acessibilidade total com os fãs. A diferença é que antigamente ele se dava no fórum do website e hoje em dia foi feita na comunidade do Orkut. Nos EUA a gente usava o myspace.

Para fechar, Nos aqui do indicadores vamos ganhar uma copia do Goodbye Alô?
Se vocês começarem a fazer mais perguntas relativas ao Udora, Goodbye Alô e menos sobre Diesel e coisas de 6 anos atrás sim. ahhahhahah. Brincadeira, é claro que sim!

Seus principais influenciadores:
Top 10 Bandas Estrangeiras:
Beatles, The Clash, The Who, Sex Pistols, AC/DC, Michael Jackson, Miles Davis, Feist, Queen, The Police
Top 10 Bandas Nacionais:
Tom Jobim, João Gilberto, Jorge Ben, Úteros em Fúria, Formidável Família Musical, Titãs, Tim Maia, Mutantes, S</itunes:summary>
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		<title>Musica Drogada</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2007 20:01:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quem nunca fez essa relação? Musica e droga são relacionadas dês da antiguidade, não sei dizer ao certo se foi Mozart ou Beethoven que era viciados em ópio, provavelmente os dois eram usuários de algum tipo de entorpecente.
No jazz dos anos 40 e 50 a cocaína e o álcool eram amigos próximos, até hoje em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca fez essa relação? Musica e droga são relacionadas dês da antiguidade, não sei dizer ao certo se foi Mozart ou Beethoven que era viciados em ópio, provavelmente os dois eram usuários de algum tipo de entorpecente.
No jazz dos anos 40 e 50 a cocaína e o álcool eram amigos próximos, até hoje em dia pode se dizer que muitos artistas usam essa combinação para extravasar uma personalidade vendável para seus fans.
Mas esse post não é para falar de quem usa e não usa, mas sim de musicas que reproduzem uma verdadeira sensação, você se sente mais leve, mais eufórico, animado, corajoso, romântico, calmo, inúmeras sensações podem provir de musicas.
Nessas ultimas semanas estive experimentando o <a href="http://i-doser.com/">IDoser</a>, um software que através de combinações de freqüências consegue recriar os efeitos de diversas drogas como cocaína, heroína, peyote, café e etc. A tecnologia empregada parece desconhecida no Brasil, mas está dando o que falar nos Estados Unidos, onde há diversas citações em fóruns e sites. Chamada de brainwave binaural beat entrainment (sincronização de ondas cerebrais por som binaural), o engenho se aproveita de um fenômeno natural, que ocorre quando dois sons de freqüências similares se misturam e criam um terceiro som com uma freqüência intermediária.</p>
<p>Alguns exemplos:</p>
<p>0.5 - 1.5 Hz – Liberação de endorfina, que relaxa e dá prazer.
0.9 Hz – Sensação eufórica.
2.5 Hz – Produção de opiáceos endógenos (anestésicos e ansiolíticos).
4.0 Hz – Liberação de encefalina, narcótico com efeitos similares aos da morfina e heroína.
10 Hz – Liberação de serotonina, que é estimulante e melhora o humor.
14 Hz – Estado alerta. Concentração.
20.215 Hz – Efeito similar ao do LSD.
30 Hz – Efeito da maconha.
33 Hz – Hipersensibilidade.</p>
<p>Para dizer a verdade eu já testei diversas doses de heroína, cocaína, maconha, peyote, sonhos lúcidos, cogumelos, morfina e algumas misturas que o aparelho oferece e foi muito estranho, não vou dizer que fiquei alucinado ou que os efeitos são iguais das drogas originais, mesmo por que nunca as usei.
O aparelho emite um som irritante similar a ruído rosa, mas depois de um tempo você começa a se sentir diferente, é bem provável que foi mais uma coisa de auto indução do que realmente o <a href="http://i-doser.com/">Idoser</a>, mas os diversos relatos presentes no site do software são intrigantes.
Mas ai eu me pergunto: qual é a graça? Ficar meia hora deitado com  os olhos fechando, ouvindo no fone de ouvindo um barulho irritante e se sentir diferente. Os hippies dos anos 70 faziam isso com muito mais estilo, formavam grupos de expansão mental ao som de Beatles, Greatful Dead e Janis Joplin.
Temos os exemplos atuais, as raves, você não precisa nem usar nada, a simples repetição dos mantras eletrônicos já te induz a se comportar de forma fora do normal. Não é só uma alteração trippy, quem nunca se sentiu mais feliz e eufórico ao ouvir uma musica alegre e estimulante como Bohemian Rhapsody do Queen, ao algum hit do Aerosmith.
É musical realmente altera o nosso comportamento, é capaz de nos deixar mais sensíveis, nervosos, estimulados, nos transforma em campeões e perdedores com apenas 4 compassos da musica.
A indicação de hoje é Orange Wedge do Chemical Brothers. Eu tive a oportunidade de comparecer a um show deles no bom e velho metropolitam, e me lembro bem que foi a primeira vez que me sentir fora de mim. Não tinha consumido nada, mas no meio do show, na hora dessa musica, eu tive que me sentar para entender onde que eu estava, parecia que nada fazia sentido, minha pele estava sensível, as cores muito mais bonitas, parecia que o ar estava falando comigo. Confesso que aquilo realmente me assustou, acho que perder o controle de si uma coisa apavorante.
Bom por hoje é só, um abraço e muito musica
Até a próxima.
</p>
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		<itunes:summary>Quem nunca fez essa relação? Musica e droga são relacionadas dês da antiguidade, não sei dizer ao certo se foi Mozart ou Beethoven que era viciados em ópio, provavelmente os dois eram usuários de algum tipo de entorpecente.
No jazz dos anos 40 e 50 a cocaína e o álcool eram amigos próximos, até hoje em dia pode se dizer que muitos artistas usam essa combinação para extravasar uma personalidade vendável para seus fans.
Mas esse post não é para falar de quem usa e não usa, mas sim de musicas que reproduzem uma verdadeira sensação, você se sente mais leve, mais eufórico, animado, corajoso, romântico, calmo, inúmeras sensações podem provir de musicas.
Nessas ultimas semanas estive experimentando o IDoser, um software que através de combinações de freqüências consegue recriar os efeitos de diversas drogas como cocaína, heroína, peyote, café e etc. A tecnologia empregada parece desconhecida no Brasil, mas está dando o que falar nos Estados Unidos, onde há diversas citações em fóruns e sites. Chamada de brainwave binaural beat entrainment (sincronização de ondas cerebrais por som binaural), o engenho se aproveita de um fenômeno natural, que ocorre quando dois sons de freqüências similares se misturam e criam um terceiro som com uma freqüência intermediária.

Alguns exemplos:

0.5 - 1.5 Hz – Liberação de endorfina, que relaxa e dá prazer.
0.9 Hz – Sensação eufórica.
2.5 Hz – Produção de opiáceos endógenos (anestésicos e ansiolíticos).
4.0 Hz – Liberação de encefalina, narcótico com efeitos similares aos da morfina e heroína.
10 Hz – Liberação de serotonina, que é estimulante e melhora o humor.
14 Hz – Estado alerta. Concentração.
20.215 Hz – Efeito similar ao do LSD.
30 Hz – Efeito da maconha.
33 Hz – Hipersensibilidade.

Para dizer a verdade eu já testei diversas doses de heroína, cocaína, maconha, peyote, sonhos lúcidos, cogumelos, morfina e algumas misturas que o aparelho oferece e foi muito estranho, não vou dizer que fiquei alucinado ou que os efeitos são iguais das drogas originais, mesmo por que nunca as usei.
O aparelho emite um som irritante similar a ruído rosa, mas depois de um tempo você começa a se sentir diferente, é bem provável que foi mais uma coisa de auto indução do que realmente o Idoser, mas os diversos relatos presentes no site do software são intrigantes.
Mas ai eu me pergunto: qual é a graça? Ficar meia hora deitado com  os olhos fechando, ouvindo no fone de ouvindo um barulho irritante e se sentir diferente. Os hippies dos anos 70 faziam isso com muito mais estilo, formavam grupos de expansão mental ao som de Beatles, Greatful Dead e Janis Joplin.
Temos os exemplos atuais, as raves, você não precisa nem usar nada, a simples repetição dos mantras eletrônicos já te induz a se comportar de forma fora do normal. Não é só uma alteração trippy, quem nunca se sentiu mais feliz e eufórico ao ouvir uma musica alegre e estimulante como Bohemian Rhapsody do Queen, ao algum hit do Aerosmith.
É musical realmente altera o nosso comportamento, é capaz de nos deixar mais sensíveis, nervosos, estimulados, nos transforma em campeões e perdedores com apenas 4 compassos da musica.
A indicação de hoje é Orange Wedge do Chemical Brothers. Eu tive a oportunidade de comparecer a um show deles no bom e velho metropolitam, e me lembro bem que foi a primeira vez que me sentir fora de mim. Não tinha consumido nada, mas no meio do show, na hora dessa musica, eu tive que me sentar para entender onde que eu estava, parecia que nada fazia sentido, minha pele estava sensível, as cores muito mais bonitas, parecia que o ar estava falando comigo. Confesso que aquilo realmente me assustou, acho que perder o controle de si uma coisa apavorante.
Bom por hoje é só, um abraço e muito musica
Até a próxima.</itunes:summary>
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		<title>menos é mais</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2007 20:00:56 +0000</pubDate>
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	<category>Resenha</category>
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		<description><![CDATA[menos é mais e eu não tenho nada pra falar sobre eletro e minimal.
acho que, nem sempre, o minimal é efetivamente tão minimalista. podem ser músicas com arranjos muito simples, pouca riqueza harmônica ou melódica, mas não é sempre que eu diria que minimal é, de fato, minimalista.
mas o minimalismo é algo realmente lindo. sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>menos é mais e eu não tenho nada pra falar sobre eletro e minimal.</p>
<p>acho que, nem sempre, o minimal é efetivamente tão minimalista. podem ser músicas com arranjos muito simples, pouca riqueza harmônica ou melódica, mas não é sempre que eu diria que <em>minimal</em> é, de fato, <em>minimalista.</em></p>
<p>mas o minimalismo é algo realmente lindo. sempre achei que as melhores músicas são aquelas mais simples, as que partem de idéias mais minimalistas. como sempre me dizia um professor, &#8220;simples não é simplório, e tem muita diferença entre os dois&#8221;. de pleno acordo!</p>
<p>e se é pra lembrar de citações de professores, que tal aquele mais esquecido dos lemas árcades, <em>inutilia truncat</em>. se todo mundo se lembra do <em>fugere urben</em> e do mais-do-que-óbvio <em>carpe diem</em>, o <em>inutilia truncat</em> é sempre deixado pra escanteio. e é, na minha humilde opinião, o mais importante de todos: corte os ornamentos desnecessários; vá pelo mais simples.</p>
<p>e, pela simplicidade, músicas geniais! partindo de uma idéia muito simples &#8212; uma levadinha de baixo de uma nota só!!! &#8212; e uma melodia bastante ingênua, surge uma música linda, cheia de detalhes e riqueza. com um arranjo muito bem construído, a música cresce de maneira surpreendente. e, por mais complexo que seja o arranjo final, a música não foge nunca ao seu princípio: a simplicidade, a célula minimalista.</p>
<p><a title="dEUS" href="http://www.deus.be/"><strong><em>dEUS</em></strong></a>, banda indie rock belga, com a música <strong><em>opening night</em></strong>, terceira faixa do terceiro álbum, <strong><em>in a bar under the sea</em></strong>, de 1996.
</p>
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acho que, nem sempre, o minimal é efetivamente tão minimalista. podem ser ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>menos é mais e eu não tenho nada pra falar sobre eletro e minimal.

acho que, nem sempre, o minimal é efetivamente tão minimalista. podem ser músicas com arranjos muito simples, pouca riqueza harmônica ou melódica, mas não é sempre que eu diria que minimal é, de fato, minimalista.

mas o minimalismo é algo realmente lindo. sempre achei que as melhores músicas são aquelas mais simples, as que partem de idéias mais minimalistas. como sempre me dizia um professor, "simples não é simplório, e tem muita diferença entre os dois". de pleno acordo!

e se é pra lembrar de citações de professores, que tal aquele mais esquecido dos lemas árcades, inutilia truncat. se todo mundo se lembra do fugere urben e do mais-do-que-óbvio carpe diem, o inutilia truncat é sempre deixado pra escanteio. e é, na minha humilde opinião, o mais importante de todos: corte os ornamentos desnecessários; vá pelo mais simples.

e, pela simplicidade, músicas geniais! partindo de uma idéia muito simples -- uma levadinha de baixo de uma nota só!!! -- e uma melodia bastante ingênua, surge uma música linda, cheia de detalhes e riqueza. com um arranjo muito bem construído, a música cresce de maneira surpreendente. e, por mais complexo que seja o arranjo final, a música não foge nunca ao seu princípio: a simplicidade, a célula minimalista.

dEUS, banda indie rock belga, com a música opening night, terceira faixa do terceiro álbum, in a bar under the sea, de 1996.</itunes:summary>
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		<title>choro</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2007 18:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indicadores</dc:creator>
		
	<category>Indicação</category>
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		<description><![CDATA[se você está esperando ler alguma coisa sobre música brasileira, não leia esse post. ou então, leia, mas não diga que eu não avisei.
choro, o ato de chorar. de acordo com o Michaelis, cho.ro (ô) sm (de chorar) 1 Ato de chorar; lamentação, pranto. Pl: choros (ô). Antôn (acepção 1): riso.
só que, ao definir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>se você está esperando ler alguma coisa sobre música brasileira, não leia esse post. ou então, leia, mas não diga que eu não avisei.</p>
<p>choro, o ato de chorar. de acordo com o Michaelis, cho.ro (ô) <span style="font-style: italic">sm </span>(<span style="font-style: italic">de chorar</span>) <span style="font-weight: bold">1 </span>Ato de chorar; lamentação, pranto. <span style="font-style: italic">Pl: choros</span> (<span style="font-style: italic">ô</span>). <span style="font-style: italic">Antôn</span> (acepção 1): <span style="font-style: italic">riso</span>.</p>
<p>só que, ao definir o choro, não se fala sobre os diversos choros que existem. e, quem chora, sabe que cada choro é único.
o clássico choro de um bebê: que tem fome, que precisa de cuidados, enfim. qualquer mãe sabe reconhecer o choro de seu bebê, e sabe que cada um tem um significado. o choro de dor; o choro de raiva; de angústia. bem particular, também,
chorar de tanto rir.</p>
<p>dentre os infinitos tipos de choro, um em especial me interessa: aquele que não é triste, nem alegre. não é melancólico, não é raivoso. sem dor nem alegria. contemplativo, talvez? difícil achar um adjetivo, um substantivo, qualquer palavra que sirva pra definir esse tipo em especial. e é tarefa complexa definí-lo.</p>
<p>se trata daquelas lágrimas que saem sem motivo aparente, sem razão óbvia. como quando se olha para a namorada, mesmo depois de tanto tempo, e se apaixona de novo. assim mesmo, sem motivo. aquela lágrima discreta que aparece meio que sem querer num dia qualquer que se anda pela rua e se presta atenção em algum detalhe qualquer, ínfimo, irrelevante até, mas que sem nenhum motivo aparente, traz uma emoção. talvez seja um tipo de choro introspectivo. quem sabe? e, como eu não acho palavra certa que defina essa emoção &#8212; por um lado tão vazia, tão etérea; por outro tão complexa e indescritível &#8212; deixo aqui a música que deveria constar no dicionário pra definí-la. quem sabe um dia os dicionários toquem música&#8230;</p>
<p><em>the turtle</em>, música original do <em>pilote</em>, na versão do <a title="bonobo" href="http://www.bonobomusic.com/"><em>bonobo</em></a>. a definição que esse choro tem, condensada em uma música que não tem como descrever, assim como aquilo que ela descreve.
</p>
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				<itunes:subtitle>se você está esperando ler alguma coisa sobre música brasileira, não leia esse post. ou então, leia, mas não diga que eu não avisei.

choro, o ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>se você está esperando ler alguma coisa sobre música brasileira, não leia esse post. ou então, leia, mas não diga que eu não avisei.

choro, o ato de chorar. de acordo com o Michaelis, cho.ro (ô) sm (de chorar) 1 Ato de chorar; lamentação, pranto. Pl: choros (ô). Antôn (acepção 1): riso.

só que, ao definir o choro, não se fala sobre os diversos choros que existem. e, quem chora, sabe que cada choro é único.
o clássico choro de um bebê: que tem fome, que precisa de cuidados, enfim. qualquer mãe sabe reconhecer o choro de seu bebê, e sabe que cada um tem um significado. o choro de dor; o choro de raiva; de angústia. bem particular, também,
chorar de tanto rir.

dentre os infinitos tipos de choro, um em especial me interessa: aquele que não é triste, nem alegre. não é melancólico, não é raivoso. sem dor nem alegria. contemplativo, talvez? difícil achar um adjetivo, um substantivo, qualquer palavra que sirva pra definir esse tipo em especial. e é tarefa complexa definí-lo.

se trata daquelas lágrimas que saem sem motivo aparente, sem razão óbvia. como quando se olha para a namorada, mesmo depois de tanto tempo, e se apaixona de novo. assim mesmo, sem motivo. aquela lágrima discreta que aparece meio que sem querer num dia qualquer que se anda pela rua e se presta atenção em algum detalhe qualquer, ínfimo, irrelevante até, mas que sem nenhum motivo aparente, traz uma emoção. talvez seja um tipo de choro introspectivo. quem sabe? e, como eu não acho palavra certa que defina essa emoção -- por um lado tão vazia, tão etérea; por outro tão complexa e indescritível -- deixo aqui a música que deveria constar no dicionário pra definí-la. quem sabe um dia os dicionários toquem música...

the turtle, música original do pilote, na versão do bonobo. a definição que esse choro tem, condensada em uma música que não tem como descrever, assim como aquilo que ela descreve.</itunes:summary>
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		<title>Complexos de Terceiro Mundo-Parte 1</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Apr 2007 02:14:42 +0000</pubDate>
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	<category>Indicação</category>
	<category>Gil</category>
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		<description><![CDATA[O Funk e o Eletro
Recentemente, talvez de uns cinco ou seis anos pra cá, o mundo da música eletrônica viu o eletro voltar à moda, só que renovado, misturado com elementos do house, do rock, do progressive e do tecno. Surgiram o eletroclash, eletrohouse, eletrotecno etc&#8230; .
O que é que isso tem a ver com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Funk e o Eletro</p>
<p>Recentemente, talvez de uns cinco ou seis anos pra cá, o mundo da música eletrônica viu o eletro voltar à moda, só que renovado, misturado com elementos do house, do rock, do progressive e do tecno. Surgiram o eletroclash, eletrohouse, eletrotecno etc&#8230; .</p>
<p>O que é que isso tem a ver com o funk?.</p>
<p>Bom, em primeiro lugar o eletro e o funk são filhos do mesmo pai. Até seus temas, (sexo, drogas, principalmente cocaína), são dois lados da mesma moeda, exceto pela violência talvez. Até aí tudo bem, isso todo mundo sabe. O ponto onde quero chegar é o fato de que aqui no Brasil até alguns anos atrás, principalmente em SP, os ditos “modernos” torciam o nariz pro funk, colocando-o no mesmo patamar do pagode brega, o axé e a música sertaneja. Tinha até um anúncio de TV da Folha ou do Estadão que dava uma zuada no funk. E de repente o povo do eletro mais ligado de NY e da Europa percebeu as conexões entre os dois estilos e começou a ouvir Dj Marlboro e companhia.</p>
<p>Porque o funk carioca tem um diferencial&#8230; na verdade dois. Ele faz parte de um mundo incrivelmente mais perigoso e violento que qualquer e possui um swingue totalmente diferente dos demais.</p>
<p>Enfim, o que interessa é que o povo do eletrônico aqui do Brasil só foi dar valor ao funk carioca depois que os gringos deram. No Rio sempre houve uma aceitação maior. Até aqueles que diziam não gostar, nutriam uma certa simpatia, assim como o carioca que diz não gostar de praia, mas na real sente um orgulhozinho de morar na cidade maravilhosa.</p>
<p>Então agora que o Dj Marlboro e a Taty Quebra Barraco tocam na Alemanha, os modernos daqui, tanto no Rio quanto em SP, acham bacana pagar 50 conto ou mais pra ver uma galera que sempre tocou em lugares que o ingresso não custava nem dez.</p>
<p>Eu pessoalmente não ouço funk em casa, mas sempre curti as chamadas “montagens”, aquele funk mais sujo, sem letras às vezes, quase beirando o surrealismo. E mesmo assim, independente do que eu gosto ou não, sempre reconheci o funk como primeiro estilo de música eletrônica brasileiro.</p>
<p>O som que escolhi para acompanhar esse post é uma montagem de uns 10 anos atrás.</p>
<p>O vocal é o de menos, o legal são os timbres e as levadas de bateria e os synths. Esse som saiu numa coletânea da ZZ_Club e os vocais são de dois caras que hoje em dia tocam na minha banda.</p>
<p>OBS: Este é um assunto polêmico e resolvi fazer em partes. Semana que vem tem mais&#8230;Fui
</p>
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Recentemente, talvez de uns cinco ou seis anos pra cá, o mundo da música eletrônica viu o eletro voltar à moda, ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O Funk e o Eletro

Recentemente, talvez de uns cinco ou seis anos pra cá, o mundo da música eletrônica viu o eletro voltar à moda, só que renovado, misturado com elementos do house, do rock, do progressive e do tecno. Surgiram o eletroclash, eletrohouse, eletrotecno etc... .

O que é que isso tem a ver com o funk?.

Bom, em primeiro lugar o eletro e o funk são filhos do mesmo pai. Até seus temas, (sexo, drogas, principalmente cocaína), são dois lados da mesma moeda, exceto pela violência talvez. Até aí tudo bem, isso todo mundo sabe. O ponto onde quero chegar é o fato de que aqui no Brasil até alguns anos atrás, principalmente em SP, os ditos “modernos” torciam o nariz pro funk, colocando-o no mesmo patamar do pagode brega, o axé e a música sertaneja. Tinha até um anúncio de TV da Folha ou do Estadão que dava uma zuada no funk. E de repente o povo do eletro mais ligado de NY e da Europa percebeu as conexões entre os dois estilos e começou a ouvir Dj Marlboro e companhia.

Porque o funk carioca tem um diferencial... na verdade dois. Ele faz parte de um mundo incrivelmente mais perigoso e violento que qualquer e possui um swingue totalmente diferente dos demais.

Enfim, o que interessa é que o povo do eletrônico aqui do Brasil só foi dar valor ao funk carioca depois que os gringos deram. No Rio sempre houve uma aceitação maior. Até aqueles que diziam não gostar, nutriam uma certa simpatia, assim como o carioca que diz não gostar de praia, mas na real sente um orgulhozinho de morar na cidade maravilhosa.

Então agora que o Dj Marlboro e a Taty Quebra Barraco tocam na Alemanha, os modernos daqui, tanto no Rio quanto em SP, acham bacana pagar 50 conto ou mais pra ver uma galera que sempre tocou em lugares que o ingresso não custava nem dez.

Eu pessoalmente não ouço funk em casa, mas sempre curti as chamadas “montagens”, aquele funk mais sujo, sem letras às vezes, quase beirando o surrealismo. E mesmo assim, independente do que eu gosto ou não, sempre reconheci o funk como primeiro estilo de música eletrônica brasileiro.

O som que escolhi para acompanhar esse post é uma montagem de uns 10 anos atrás.

O vocal é o de menos, o legal são os timbres e as levadas de bateria e os synths. Esse som saiu numa coletânea da ZZ_Club e os vocais são de dois caras que hoje em dia tocam na minha banda.

OBS: Este é um assunto polêmico e resolvi fazer em partes. Semana que vem tem mais...Fui</itunes:summary>
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		<title>música para ouvir no ônibus</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 23:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>indicadores</dc:creator>
		
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	<category>Pessoal</category>
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		<description><![CDATA[já que o tema é música de viagem, meus cinco centavos.
nada relativo a nenhuma viagem específica, nem relativo a nenhuma diferença cultural. mas acho que todo mundo tem algum tipo de música que é ideal para algum tipo de coisa. sempre tem aquelas boas faixas pra dirigir, ou as pra encarar uma fila de banco, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>já que o tema é música de viagem, meus cinco centavos.</p>
<p>nada relativo a nenhuma viagem específica, nem relativo a nenhuma diferença cultural. mas acho que todo mundo tem algum tipo de música que é ideal para algum tipo de coisa. sempre tem aquelas boas faixas pra dirigir, ou as pra encarar uma fila de banco, e por aí vai.</p>
<p>existe, claro, até um certo cliché em alguns estilos ou faixas, nem vou perder meu tempo com os jantares à luz de vela que<strong> sempre</strong> tem djavan na trilha sonora. pessoalmente, esse tipo de cliché me irrita um tanto, como ir viajar e, no meio da estrada, alguém no carro saca um cd com músicas ótimas, e quando você aperta play, vem um <em>born to be wild</em>. chega!</p>
<p>mas, clichés à parte, o que sempre me chamou atenção é um fenômeno estranho que acontece comigo: não é a música para fazer alguma coisa, é o fazer alguma coisa pela música. tem horas que eu quero escutar uma música, mas ela não soa bem. eu gosto da música, quero ouvir, mas não dá. acho que, quando isso acontece, é porque falta um cenário que dê sentido à música. e aí, não existe cliché, é puramente a subjetividade &#8212; ou loucura &#8212; de cada um.</p>
<p>dentro desse exemplo, eu tenho o mais concreto e, ao mesmo tempo, mais subjetivo. concreto porque é muito sério a maneira como isso me faz sentido, subjetivo porque isso, eu suponho, só faz sentido pra mim. não tenho razões lógicas pra isso, simplesmente acontece. a indicação é o disco <em>almost happy</em>, da banda belga <em><a target="_blank" title="k´s choice" href="http://www.kschoice.com/">k´s choice</a></em>. um disco que, à primeira audição, não me emocionou. achei bom, mas não mudou minha vida, não me acrescentou nada. alguns dias depois, eu estava em um ônibus e com algum cd qualquer que não estava fazendo sentido naquele momento. não sei porque, resolvi escutar de novo aquele disco &#8220;novo&#8221; do <em>k´s choice</em> (já era 2002, e o disco era de 2000) que estava jogado na mochila. e eu achei o disco maravilhoso, impecável. só que ele só me soou bem andando de ônibus. ao ponto de eu já ter, recentemente, ido de ônibus algumas vezes para o trabalho só pra escutar esse disco, porque nem sempre ele soa bem em casa.</p>
<p>fica aqui a faixa título do disco, <em><strong>almost happy</strong></em>. indie pop melancólico &#8212; mas não triste. e a voz inconfundível da <em>sarah bettens</em>, uma das vozes mais <em>confortáveis</em> que eu conheço. mas recomendo o disco inteiro, na ordem. além das ótimas músicas, é daqueles discos pra se ouvir inteiro, de uma vez só. de preferência, num ônibus.
</p>
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				<itunes:subtitle>já que o tema é música de viagem, meus cinco centavos.

nada relativo a nenhuma viagem específica, nem relativo a nenhuma diferença cultural. mas acho que ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>já que o tema é música de viagem, meus cinco centavos.

nada relativo a nenhuma viagem específica, nem relativo a nenhuma diferença cultural. mas acho que todo mundo tem algum tipo de música que é ideal para algum tipo de coisa. sempre tem aquelas boas faixas pra dirigir, ou as pra encarar uma fila de banco, e por aí vai.

existe, claro, até um certo cliché em alguns estilos ou faixas, nem vou perder meu tempo com os jantares à luz de vela que sempre tem djavan na trilha sonora. pessoalmente, esse tipo de cliché me irrita um tanto, como ir viajar e, no meio da estrada, alguém no carro saca um cd com músicas ótimas, e quando você aperta play, vem um born to be wild. chega!

mas, clichés à parte, o que sempre me chamou atenção é um fenômeno estranho que acontece comigo: não é a música para fazer alguma coisa, é o fazer alguma coisa pela música. tem horas que eu quero escutar uma música, mas ela não soa bem. eu gosto da música, quero ouvir, mas não dá. acho que, quando isso acontece, é porque falta um cenário que dê sentido à música. e aí, não existe cliché, é puramente a subjetividade -- ou loucura -- de cada um.

dentro desse exemplo, eu tenho o mais concreto e, ao mesmo tempo, mais subjetivo. concreto porque é muito sério a maneira como isso me faz sentido, subjetivo porque isso, eu suponho, só faz sentido pra mim. não tenho razões lógicas pra isso, simplesmente acontece. a indicação é o disco almost happy, da banda belga k´s choice. um disco que, à primeira audição, não me emocionou. achei bom, mas não mudou minha vida, não me acrescentou nada. alguns dias depois, eu estava em um ônibus e com algum cd qualquer que não estava fazendo sentido naquele momento. não sei porque, resolvi escutar de novo aquele disco "novo" do k´s choice (já era 2002, e o disco era de 2000) que estava jogado na mochila. e eu achei o disco maravilhoso, impecável. só que ele só me soou bem andando de ônibus. ao ponto de eu já ter, recentemente, ido de ônibus algumas vezes para o trabalho só pra escutar esse disco, porque nem sempre ele soa bem em casa.

fica aqui a faixa título do disco, almost happy. indie pop melancólico -- mas não triste. e a voz inconfundível da sarah bettens, uma das vozes mais confortáveis que eu conheço. mas recomendo o disco inteiro, na ordem. além das ótimas músicas, é daqueles discos pra se ouvir inteiro, de uma vez só. de preferência, num ônibus.</itunes:summary>
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		<title>Viagens e Trilhas sonoras 2</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 02:22:39 +0000</pubDate>
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	<category>João Paulo</category>
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		<description><![CDATA[Continuando o tema de viagens existem algumas musicas que para mim criam verdadeiras viagens, são musicas que realmente me levam para outros lugares.
Existem aquelas coisas clichês como Zé Ramalho e Xitãozinho e Xororo me fazem pensar em Minas Gerais, minha fazendo em Leopoldina, aquela coisa de roça e cheiro de estrume. Era coisa da minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando o tema de viagens existem algumas musicas que para mim criam verdadeiras viagens, são musicas que realmente me levam para outros lugares.</p>
<p>Existem aquelas coisas clichês como Zé Ramalho e Xitãozinho e Xororo me fazem pensar em Minas Gerais, minha fazendo em Leopoldina, aquela coisa de roça e cheiro de estrume. Era coisa da minha infância ouvir sertanejo no radinho de pilha e os estalos da madeira queimando no forno a lenha, enquanto eu esperava pelo almoço brincando de carrinho.</p>
<p>Viajando mais ainda tem uma musica do Karnak, chamada Hymboraewqueyra, que me faz sentir no meio da savana africana, com uma lança na mão procurando um Gnu para caçar e comer. Uma dica procurem os discos do Karnak, para mim uma das melhores bandas do Brasil.</p>
<p>Acho que essa é umas das coisas mais interessantes da globalização, a adoção e combinação de culturas, misturar batuques africanos com melodias de flauta e temáticas celtas, ou o sempre pupular Ska com harmonias tradicionais da Rússia. É muito fácil encontrar uma infinidade de versões em Ska de Korobeiniki ou Pendorazu, os nomes reais do tema do jogo Tetris.</p>
<p>Claro que não posso deixar de falar, mais uma vez, da minha ultima grande viagem. Bem antes ir para o Japão já estava me aventurando a explorar o imenso mundo da musica de lá. Existe uma variedade incrível de estilos, bandas de punk incríveis como Ellegarden, minha banda preferida de ska é de lá o Tokyo Ska Paradise Orchestra, uma das bandas mais criativas que conheço se chama Orange Range que já foi autora de diversas aberturas e encerramentos de animes.</p>
<p>O mais divertido da musica japonesa é o JPop, não vou nem por uma lista de nomes aqui para não estender demais, mas existem uma grande diversidade de rádios online especializadas em JPop que valem a pena serem exploradas. Quase todas as que ouçam me dão vontade de começar a dançar “PARA PARA”, quem estiver curioso vá ao YOU TUBE e procure por PARA PARA DANCE, divertidíssimo.</p>
<p>Bom a indicação de hoje por incrível que parece não vai ser uma musica de uma banda japonesa, muito menos do Kanak ou do Zé Ramalho, Xitãozinho e Xororo, nem sei se tenho no meu acervo.</p>
<p>A musica é Aqueous Transmission do Incubus, ultima faixa do disco Morning View. Essa musica é uma combinação de elementos da musica Japonesa numa construção muito bem feita dentro da identidade do Incubus.</p>
<p>Espero que gostem, e não sintam receio de comentar, xingar, elogiar ou apenas dar um oi.</p>
<p>Até a próxima.
</p>
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Existem aquelas coisas ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Continuando o tema de viagens existem algumas musicas que para mim criam verdadeiras viagens, são musicas que realmente me levam para outros lugares.

Existem aquelas coisas clichês como Zé Ramalho e Xitãozinho e Xororo me fazem pensar em Minas Gerais, minha fazendo em Leopoldina, aquela coisa de roça e cheiro de estrume. Era coisa da minha infância ouvir sertanejo no radinho de pilha e os estalos da madeira queimando no forno a lenha, enquanto eu esperava pelo almoço brincando de carrinho.

Viajando mais ainda tem uma musica do Karnak, chamada Hymboraewqueyra, que me faz sentir no meio da savana africana, com uma lança na mão procurando um Gnu para caçar e comer. Uma dica procurem os discos do Karnak, para mim uma das melhores bandas do Brasil.

Acho que essa é umas das coisas mais interessantes da globalização, a adoção e combinação de culturas, misturar batuques africanos com melodias de flauta e temáticas celtas, ou o sempre pupular Ska com harmonias tradicionais da Rússia. É muito fácil encontrar uma infinidade de versões em Ska de Korobeiniki ou Pendorazu, os nomes reais do tema do jogo Tetris.

Claro que não posso deixar de falar, mais uma vez, da minha ultima grande viagem. Bem antes ir para o Japão já estava me aventurando a explorar o imenso mundo da musica de lá. Existe uma variedade incrível de estilos, bandas de punk incríveis como Ellegarden, minha banda preferida de ska é de lá o Tokyo Ska Paradise Orchestra, uma das bandas mais criativas que conheço se chama Orange Range que já foi autora de diversas aberturas e encerramentos de animes.

O mais divertido da musica japonesa é o JPop, não vou nem por uma lista de nomes aqui para não estender demais, mas existem uma grande diversidade de rádios online especializadas em JPop que valem a pena serem exploradas. Quase todas as que ouçam me dão vontade de começar a dançar “PARA PARA”, quem estiver curioso vá ao YOU TUBE e procure por PARA PARA DANCE, divertidíssimo.

Bom a indicação de hoje por incrível que parece não vai ser uma musica de uma banda japonesa, muito menos do Kanak ou do Zé Ramalho, Xitãozinho e Xororo, nem sei se tenho no meu acervo.

A musica é Aqueous Transmission do Incubus, ultima faixa do disco Morning View. Essa musica é uma combinação de elementos da musica Japonesa numa construção muito bem feita dentro da identidade do Incubus.

Espero que gostem, e não sintam receio de comentar, xingar, elogiar ou apenas dar um oi.

Até a próxima.</itunes:summary>
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		<title>Viagens e trilha sonoras</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2007 12:51:24 +0000</pubDate>
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	<category>João Paulo</category>
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		<description><![CDATA[Eu ultimamente tenho escutado muito mais musica, pego meu MP3 player no aleatório e vou ouvindo uma mistura de sons. Meu gosto musical chega a ser meio psicótico pela mistureba, em certos momentos estou me sentindo em algum tipo de musical alternativo ouvindo Rossini passando por um Túnel, em outros sou um figurante ou coadjuvante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Eu ultimamente tenho escutado muito mais musica, pego meu MP3 player no aleatório e vou ouvindo uma mistura de sons. Meu gosto musical chega a ser meio psicótico pela mistureba, em certos momentos estou me sentindo em algum tipo de musical alternativo ouvindo Rossini passando por um Túnel, em outros sou um figurante ou coadjuvante em um clip de alguma banda indie européia como dEUS ou algo parecido.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Sempre achei que a vida tinha um trilha sonora, uma série de sons e musicas que intensificam o clima do momento, quem nunca teve na cabeça uma musica do Al Green ou Barry White durante um encontro romântico, quando se esta nos “quase-quase”. AC-DC por exemplo é a minha oficial para quando estou viajando de carro, tenho aquela vontade por um chapéu de cow-boy e pisar fundo em um “Trans-Am 77” ( carro que virou febre nos anos 70) ao som de “Back in Black” ou “For Those About to Rock”</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Recentemente tive a oportunidade de conhecer o Japão e as mais diferentes trilhas sonoras apareceram em minha mente, mas uma em particular fez toda a diferença. A musica Cherry Girl da cantora japonesa Kumi Koda era o Hit do momento, tocava em todo lugar, sempre me chamava a atenção e de repente ela começou a fazer parte das minhas trilhas imaginárias. O engraçado era que eu não conhecia a musica, ninguém consegue entender a fundo como a musica é tocando em shoppings e restaurantes.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Estava eu sentado em uma estação de SKI, fazendo uma pequena pausa, quando de repente a musica começa a tocar, nesse momento fiquei impassível, eu tinha que descobrir de quem era. Comecei a perguntar em inglês para uma balconista e uns jovens que se encontravam, porem nenhum deles sabia inglês muito bem. Depois de muita mímica, linguagem de índio, gesticulações o cara entendeu, e me disse. Lumicox Kodabain, bom pelo menos foi isso que eu consegui entender. Claro que depois de um pouco de força o fiz escrever o nome da cantora. Kumi Koda.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Mais tarde se tornou muito fácil descobrir o nome da musica em qualquer loja de CD, que por sinal não é tão divertido quanto a musica Cherry Girl que é essa que indico para ouvir ai no player.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Cherry Girl por Kumi Koda do disco Black Cherry.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Até a próxima, João Paulo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">PS. Por alguma razão essa musica quando é convertida para o player fica ralentada, mas tudo bem, é só fazer o download que vocês podem se deliciar a vontade da musica</p>
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		<itunes:summary>Eu ultimamente tenho escutado muito mais musica, pego meu MP3 player no aleatório e vou ouvindo uma mistura de sons. Meu gosto musical chega a ser meio psicótico pela mistureba, em certos momentos estou me sentindo em algum tipo de musical alternativo ouvindo Rossini passando por um Túnel, em outros sou um figurante ou coadjuvante em um clip de alguma banda indie européia como dEUS ou algo parecido.
Sempre achei que a vida tinha um trilha sonora, uma série de sons e musicas que intensificam o clima do momento, quem nunca teve na cabeça uma musica do Al Green ou Barry White durante um encontro romântico, quando se esta nos “quase-quase”. AC-DC por exemplo é a minha oficial para quando estou viajando de carro, tenho aquela vontade por um chapéu de cow-boy e pisar fundo em um “Trans-Am 77” ( carro que virou febre nos anos 70) ao som de “Back in Black” ou “For Those About to Rock”
Recentemente tive a oportunidade de conhecer o Japão e as mais diferentes trilhas sonoras apareceram em minha mente, mas uma em particular fez toda a diferença. A musica Cherry Girl da cantora japonesa Kumi Koda era o Hit do momento, tocava em todo lugar, sempre me chamava a atenção e de repente ela começou a fazer parte das minhas trilhas imaginárias. O engraçado era que eu não conhecia a musica, ninguém consegue entender a fundo como a musica é tocando em shoppings e restaurantes.
Estava eu sentado em uma estação de SKI, fazendo uma pequena pausa, quando de repente a musica começa a tocar, nesse momento fiquei impassível, eu tinha que descobrir de quem era. Comecei a perguntar em inglês para uma balconista e uns jovens que se encontravam, porem nenhum deles sabia inglês muito bem. Depois de muita mímica, linguagem de índio, gesticulações o cara entendeu, e me disse. Lumicox Kodabain, bom pelo menos foi isso que eu consegui entender. Claro que depois de um pouco de força o fiz escrever o nome da cantora. Kumi Koda.
Mais tarde se tornou muito fácil descobrir o nome da musica em qualquer loja de CD, que por sinal não é tão divertido quanto a musica Cherry Girl que é essa que indico para ouvir ai no player.
Cherry Girl por Kumi Koda do disco Black Cherry.

Até a próxima, João Paulo.
PS. Por alguma razão essa musica quando é convertida para o player fica ralentada, mas tudo bem, é só fazer o download que vocês podem se deliciar a vontade da musica</itunes:summary>
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		<title>Só pra constar&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2007 19:07:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Primeiramente devo dizer que sou blogueiro de primeira viagem. Nunca tive esse tipo de experiência, e pela falta de prática, com certeza cometerei erros estúpidos, alguns até imperdoáveis. Mas não se assustem!!! Com o tempo a coisa vai tomar forma e vocês vão ver que no meio do caos aparente de diarréia informacional(nem sei se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="3" face="Times New Roman">Primeiramente devo dizer que sou blogueiro de primeira viagem. Nunca tive esse tipo de experiência, e pela falta de prática, com certeza cometerei erros estúpidos, alguns até imperdoáveis. Mas não se assustem!!! Com o tempo a coisa vai tomar forma e vocês vão ver que no meio do caos aparente de diarréia informacional(nem sei se isso é palavra) surgirão observações que talvez até façam algum sentido!!É importante ressaltar também que a imparcialidade jornalística não vai ser adotada. Mas isso não quer dizer que vou escurrachar qualquer coisa que não me agrade. Cada estilo deve ser julgado com seus próprios parâmetros, sem comparações meramente técnicas ou juízo de valor. Se arte fosse questão de técnica, disse algum teórico que agora não lembro, aqueles caras que fazem barquinhos dentro de garrafas de vidro seriam os maiores artistas do mundo. </font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman"></font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman">O mundo muda todo dia, e nós também. Cada época de nossa vida tem as músicas que lhe convém e não existe um momento igual a outro. Por isso esse espaço não tem uma direção exata, e tudo que for interessante, vai ser discutido.</font></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman"></font></p>
<p><font size="3"><font face="Times New Roman"> De resto espero que esse seja um espaço livre de preconceitos e que a música seja discutida em vários níveis de compreensão e entendimento. O som que escolhi pra acompanhar esta introdução é um som do Jamiroquai que não tem nada demais, mas ultimamente eu to ouvindo direto e tem uma dessas melodias pops bem gostosas de ouvir, que grudam na cabeça, no bom sentido. Sem esquecer do swing e do groove inconfundível dos caras.Fui&#8230;</font></font>
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		<itunes:summary>Primeiramente devo dizer que sou blogueiro de primeira viagem. Nunca tive esse tipo de experiência, e pela falta de prática, com certeza cometerei erros estúpidos, alguns até imperdoáveis. Mas não se assustem!!! Com o tempo a coisa vai tomar forma e vocês vão ver que no meio do caos aparente de diarréia informacional(nem sei se isso é palavra) surgirão observações que talvez até façam algum sentido!!É importante ressaltar também que a imparcialidade jornalística não vai ser adotada. Mas isso não quer dizer que vou escurrachar qualquer coisa que não me agrade. Cada estilo deve ser julgado com seus próprios parâmetros, sem comparações meramente técnicas ou juízo de valor. Se arte fosse questão de técnica, disse algum teórico que agora não lembro, aqueles caras que fazem barquinhos dentro de garrafas de vidro seriam os maiores artistas do mundo. 



O mundo muda todo dia, e nós também. Cada época de nossa vida tem as músicas que lhe convém e não existe um momento igual a outro. Por isso esse espaço não tem uma direção exata, e tudo que for interessante, vai ser discutido.



 De resto espero que esse seja um espaço livre de preconceitos e que a música seja discutida em vários níveis de compreensão e entendimento. O som que escolhi pra acompanhar esta introdução é um som do Jamiroquai que não tem nada demais, mas ultimamente eu to ouvindo direto e tem uma dessas melodias pops bem gostosas de ouvir, que grudam na cabeça, no bom sentido. Sem esquecer do swing e do groove inconfundível dos caras.Fui...</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Pessoal, Gil,</itunes:keywords>
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		<title>bem-vindo eu mesmo</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2007 05:34:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[começando essa geringonça com um título consideravelmente narcisista&#8230; vou seguir a onda do joão e fazer um post introdutório com alguma coisa sobre mim. e aqui está, acho que a música que mais pode dizer sobre meu ponto de vista sobre música: little quail and the mad birds!
sim, eu gosto de little quail. e little [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>começando essa geringonça com um título consideravelmente narcisista&#8230; vou seguir a onda do joão e fazer um post introdutório com alguma coisa sobre mim. e aqui está, acho que a música que mais pode dizer sobre meu ponto de vista sobre música: little quail and the mad birds!</p>
<p>sim, eu gosto de little quail. e little quail pode ser definido com um adjetivo que eu uso sempre: divertido. uma harmonia blues totalmente tradicional, sem nada de novo, instrumentistas longe de qualquer virtuosismo e uma letra boçal. mas é divertido! é uma banda capaz de não inventar nada novo, mas fazer música com personalidade. a genialidade está em detalhes sutis. genial quem consegue ser diferente fazendo o mesmo.</p>
<p>&#8220;o sol eu não sei&#8221; é o nome dessa faixa do primeiro disco, &#8220;lírou quêiol en de méd bârds&#8221;. vale prestar atenção nas pausas &#8212; a guitarra, logo no começo; a bateria, no meio do solo. e a letra, sem comentários! idiota, mas genial!</p>
<p>bom, é isso. que eu seja bem vindo&#8230;
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		<itunes:summary>começando essa geringonça com um título consideravelmente narcisista... vou seguir a onda do joão e fazer um post introdutório com alguma coisa sobre mim. e aqui está, acho que a música que mais pode dizer sobre meu ponto de vista sobre música: little quail and the mad birds!

sim, eu gosto de little quail. e little quail pode ser definido com um adjetivo que eu uso sempre: divertido. uma harmonia blues totalmente tradicional, sem nada de novo, instrumentistas longe de qualquer virtuosismo e uma letra boçal. mas é divertido! é uma banda capaz de não inventar nada novo, mas fazer música com personalidade. a genialidade está em detalhes sutis. genial quem consegue ser diferente fazendo o mesmo.

"o sol eu não sei" é o nome dessa faixa do primeiro disco, "lírou quêiol en de méd bârds". vale prestar atenção nas pausas -- a guitarra, logo no começo; a bateria, no meio do solo. e a letra, sem comentários! idiota, mas genial!

bom, é isso. que eu seja bem vindo...</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Pessoal, Boecker,</itunes:keywords>
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