Archive for the 'João Paulo' Category
Convergência Musical: Karnak
Uma das bandas que eu mais comento aqui é o Karnak que simplesmente adoro, mas isso não vem ao caso. Vou fazer uma postagem rápida dando continuidade sobre o tema convergência musical a musica de hoje é do Karnak se chama Momuntueira. Muitos podem perguntar o que raios essa musica tem a ver com convergência musical, pode ser uma coisa pessoal, mas sinto que existe uma combinação de elementos celtas (as flautinhas e acordeom) e um que de batidas tribais africanas. Bom delicie-se Momuntureira do Karnak presente no CD “Estamos Adorando Tokyo”.
Até a próxima João Paulo.
PS. ESTOU FORMADO UHU!!!
Standard Podcasts [4:24m]: Play Now | Play in Popup | Download | Embeddable Player | Hits (910)Convergência Musical: HIFANA
Gente desculpa pela demora, como muitos não devem saber estou me formando em Comunicação Social, por isso a minha ausência.
O tema do meu trabalho de conclusão de curso é uma análise do ARG, que não vale a pena no momento comentar muito sobre o assunto. O assunto abriu a minha mente para o universo das convergências, sejam de mídias, estratégias, pensamentos e musica. É isso que quero demonstrar nessa postagem, e em alguns próximos, a mistura de estilos, encontro de pessoas, convergência de sons.
O dicionário Houaiss apresenta uma definição de convergência muito interessante: Adaptativa ou evolutiva, desenvolvimento de características morfológicas ou funcionais semelhantes em espécies não relacionadas, como conseqüência da adaptação do ambiente. Mesmo não estando falando de seres vivos que se adaptam ao ambiente, o conceito pode ser aplicado a muitas coisas do mundo, especialmente musica, onde diferentes estilos se unem para atender a um público.
A indicação inicial para esse conceito é um trabalho da dupla japonesa HIFANA, com certeza um dos melhores achados do ano. HIFANA é composto por KEIZOmachine! and Juicy (nomes artísticos, ainda não encontrei seus nomes reais). Os dois começaram como percussionistas de dança do ventre, mas hoje em dias seus trabalhos são compostos quase por uma combinação de batidas eletrônicas, scrachts, e mixes de diferentes timbragens. A Musica é Wamono, uma combinação de levadas de Shamisen (instrumento tradicional Japonês) com batidas de hip hop.
Outro ponto interessante da banda são os clips que apelam a uma linguagem estética genial. Segue à baixo o link de dois vídeos.
http://www.youtube.com/watch?v=Z4Ikay3a1Zc
http://www.youtube.com/watch?v=3sGi7zZSznk
Até breve João Paulo.
Standard Podcasts [3:51m]: Play Now | Play in Popup | Download | Embeddable Player | Hits (4594)Sou Pop toco Jazz
Foi mal pela demora de atualização, mas tivemos uma temporada de muitas ocupações. O título da postagem de hoje pode parecer questionador, mas tem a ver com diversas coisas que têm acontecido comigo hoje em dia e um documentário sobre a história do Jazz. Eu estou por uma das primeiras vezes na minha vida investindo no mundo de jazz. Estou montando uma banda de Ska Jazz Instrumental, altamente desafiador para alguém como eu que com 11 anos tocando em bandas de rock e algumas de mpb. O Ska Jazz é uma mistura do Ska clássico jamaicano com uns conceitos Jazz, aquela esquema de repetições de algum tema e entre isso diversos improvisos. Bandas como Skatalites, Tokyo Ska Paradise Orchestra, New York Ska Jazz Ensemble e muitas outras que estou descobrindo estão abrindo a minha mente para um mundo incrível que sempre tive receio de explorar o Jazz. Diferente do Jazz, o Ska tem um fator determinante para ser mais agradável, ele é dançante, musica para mim, indiferente do estilo, tem que ser minimamente dançante, até musicas tristes que dão os passes de dança para as lagrimas, poético né? O Jazz por muito era visto por mim como som snob e prepotente, que a maioria das pessoas que gostavam de Jazz, não ouviam por se identificarem com o som e sim por querer fazer parte de um grupo social, mas isso mudou depois de conhecer parte da história do jazz. O documentário JAZZ, dirigido por Ken Burns, conta a história do Jazz. Só consegui acabar de ver o primeiro dos quatro DVDs, esse que eu vi conta a origem do Jazz em New Orleans. Em nova Orleans ocorreu uma forte mistura étnica pelo grande numero de imigrantes e a escravidão, que tinha sido abolida, ainda era normal. Toda essa mistura de raças e culturas levaram à necessidade de se encontrar uma linguagem, e foi a musica a melhor forma encontrada. Uma musica sem leis, onde o improviso eram as palavras. Esse movimento musical ainda sem nome era visto como uma coisa popular sem valor, sem classe, mesmo sendo muito apreciado entre os jovens nobres da sociedade. Outro elemento importante para o crescimento do jazz, especialmente para os pianistas, foram os puteiros que gostavam de uma musica animada para estimular seus clientes. Resumindo, por que vale a pena ver o documentário, o jazz nasceu e cresceu no gueto, uma semelhança, um pouco forçada, com rap e o funk, forma de expressão encontrada pelos subúrbios brasileiros para se expressar musicalmente (depois eu explico a minha teoria de qual é a importância do Rap e o Funk). O Jazz é uma coisa originalmente popular e que só cresceu por causa do gosto popular, e muitos dos membros desse movimento viram como é importante o gosto popular que sempre procura se divertir. Por isso que a indicação é um dos maiores compositores do Brasil, Moacir Santos com a musica Coisa Nº4, um dos melhores arranjos de musica instrumental que já ouvi. Simples objetivo e divertidíssimo.
Standard Podcasts [4:07m]: Play Now | Play in Popup | Download | Embeddable Player | Hits (1203)Show do UDORA no RJ 30/04/2007
Como começar a fazer a crítica de um show? Confesso que essa é a primeira vez em que realmente quero me esforçar para expressar todos os sentimentos que tive durante o show. Não é fácil para um fã, depois do primeiro show, procurar as melhores palavras.
Pode parecer que vai ser “puxasaquismos”, mas a verdade é que o show do UDORA no dia 30 de abril de 2007 no Teatro Odisséia no Rio de Janeiro foi maravilhoso. Alto, forte, bem executado, carinhoso e íntimo são as melhores expressões que encontro para resumir uma mistura de sentimentos e sensações.
Mas vamos lá. Vou começar a descrever.
O show começou tarde, por volta de 1:20 da manhã. Eu já estava cansado de esperar. As bandas que tocaram antes não me animaram nem um pouco. Entrei na casa procurando apenas uma coisa: UDORA.
No final do show da banda anterior a eles, corri para a frente do palco procurando uma boa posição para tirar as fotos e, mesmo sem terem tocado nada, já deu para sentir que eles não tinham vindo para brincar. Trocaram os cabeçotes dos amps de guitarra e baixo pelos deles. Muitos músicos presentes começaram a babar pelo cabeçote Orange, objeto de desejo de muitos guitarristas.
A montagem de palco foi longa e cansativa, mas valeu a pena. Assim que a banda entrou no palco, um fervor de ansiedade tomou conta de mim e de todo o espaço. Era hora de rock, e nada melhor do que Pieces do disco Liberty Square para abrir o show. Não sabia se tirava fotos ou me esgoelava tentando acompanhar os gritos do vocalista Gustavo. Com certeza uma entrada perfeita para matar a fome de centenas de fãs sedentos.
A segunda música foi Faith & Reason, uma das minhas preferidas. Em seguida vieram Fade Away e a lindíssima Breathing Life, que tirou mais ar dos pulmões do público do que encheu, embora só tenha dado mais vida à casa.
A tríade de hits do Liberty Square foi perfeita para aquecer a galera, mas eu estava na expectativa de ouvir as músicas em português, e meu desejo foi realizado a partir da quarta música. Tocaram A Falta (Que Me Faz) seguida de Por Que Não Tentar De Novo (essa, por sina,l é a nova musica de trabalho que já tem até um clipe. Empolgante e introspectiva, com certeza será um sucesso).
Depois do momento português chegou a hora do “revival” DIESEL, com Burn My Hand e Drain. Eu nunca imaginei que essas músicas tinham marcado tanto o público carioca que cantou com empolgação e uma certa adoração. Cheguei a pensar que alguém iria tentar, literalmente, queimar a mão.
Continuando o set, veio When it ends, na versão ao vivo que consegue emocionar qualquer um. Depois, a pedido do público, Guerrilheiro Só, O Carnaval Morreu (que fica perfeita ao vivo, com um refrão forte e marcante), Meu Pior Inimigo (uma das melhores letras e melodias que já vi em algum tempo), e para fechar, duas músicas certamente perfeitas para marcar todos: 4D (uma das melhores e mais agressivas musicas da época DIESEL) e The Beautiful Game, do disco Liberty Square. Foi aí que o caos tomou conta do palco e da platéia. As músicas não eram mais ouvidas, porém sentidas, como um forte soco no peito (por sinal, levei um soco nas costas de um fã animado, pulando em cima das pessoas).
No BIS, tocaram Phantom Limb, do Liberty Square (que levou 15º lugar num concurso de composições internacional com menção honrosa) e Plastic Smile, do DIESEL.
As músicas novas funcionam muito bem ao vivo e são extremamente empolgantes. Essa é uma crítica que devo fazer (imagino que esse seja o momento em que os leitores que gostam da banda vão querer me bater): O UDORA podia ter investido mais nas musicas em português em seu show. Foram 5 músicas, se não me engano. Sei que todos estavam com vontade de matar a saudade do DIESEL e curiosos para conhecer ao vivo as músicas compostas nos EUA, mas mesmo assim acredito que a banda pode confiar mais nas atuais composições.
Bem, vou falar um pouco do público, que deu um show à parte. Animados e energéticos, cantaram cada palavra, letra, “yeah” e “aaahhh” das músicas. Para que backing vocals com microfones cheios de compressor quando se tem um coro cantando do fundo do coração? Emocionante!
Quanto à performance da banda, não tenho nada a reclamar. Pelo contrário, só elogios. Todos os problemas normais de um show, como cordas arrebentadas e perda de baquetas não interromperam o fluxo do show. Foram até brechas para um entrosamento com o público.
Para fazer uma análise individual de cada integrante da banda, vou ter que contar detalhes de antes, durante e após o show, e por ordem de contato.
O primeiro que eu encontrei foi o Leo. Fiquei meio receoso de abordá-lo, mas como sou cara de pau, fui lá dar um alô. Apresentei-me, falei do blog, que queria tirar umas fotos da banda e blábláblá. O cara é gente fina. Talvez pelo momento tenha parecido meio fechado, mas com certeza deve ser alguém divertido para sentar e passar horas conversando. Ele é um ótimo guitarrista, preocupado em executar com perfeição cada nota e tirar o melhor som para elas - detalhes que podem sair despercebidos nos shows, mas que dão toda a graça para quem conhece as músicas.
Depois troquei algumas palavras com o Gustavo, que parecia animado com o show, mas também bem concentrado. O cara é muito simpático, realmente demonstra um grande carinho com todos, carinho que foi presente durante todo o show, fosse trocando olhares, apertando mãos ou agradecendo o público pela energia. O Gustavo é um cara espetacular (nossa, isso soou meio gay, mas tudo bem). O cara canta muito bem, toca guitarra maravilhosamente, agita a galera e cria um entrosamento banda-platéia espetacular. Às vezes, parece que todos são amigos de longa data. Depois do show, não tive muita chance de conversar com ele devido à onda de fãs querendo autógrafos e fotos, mas próximas oportunidades virão, com certeza.
Para falar do Debarry, tenho até que pôr a música Chama o Debarry, brincadeira que a banda fez para falar dele. O cara é uma figura. Simpático e comunicativo, consegui bater um papo com ele antes do show. Não foi muito longo por causa da barulheira, mas ele parecia o mais ansioso em começar a tocar, e não era à toa. Ele realmente demonstra uma paixão por tocar. Bateu cabeça em todas as músicas e ocupou perfeitamente a posição de baixista da banda. Como sou baixista, tenho que fazer algumas observações mais técnicas: Debarry toca muito bem, tem um timbre que não me agrada muito, mas que funciona perfeitamente na atmosfera das músicas. Depois do show eu nem o vi. Fica para a próxima, né?
O PH tem tatuagens nas pernas muito show de bola. O cara é um batera animal. Canhoto que não inverte a bateria, mão pesada e precisa, dando a pressão essencial para que o show fosse o que foi. Depois do show, consegui falar com ele. O cara é bacana, me contou alguns detalhes sobre o CD novo, sobre os shows e as viagens e explicou a hilária origem da musica Chama o Debarry.
Resumindo, a banda está de parabéns. Mostrou um serviço profissional e de qualidade. Como músico, posso dizer que estou aliviado. Encontrei uma banda que faz um rock brasileiro sério e muito bom, algo que tem se perdido já há algum tempo.
Como eu falei no início, não irei ficar só nos elogios. É verdade, o show foi muito bom, mas em muitos momentos o som da casa realmente me incomodou. Às vezes parecia estar alto demais, o que fez perder a definição em muitas das músicas. A voz do Gustavo parecia meio apagada, muito em conta do lugar em que eu estava. Sei que às vezes volume cria energia, mas parecia meio exagerado tudo estar tão alto e berrante. Esse comentário pode soar ranzinza, mas as composições do UDORA são ricas em detalhes, e é muito chato quando elas se perdem no meio de um bolo sonoro.
Todas as fotos apenas click aqui
Vídeos: Pieces Fade Away A Falta (que me faz) Por que não tentar de novo When It Ends O Carnaval Morreu
Agradecimentos especiais para Henrique Granado e Geraldo Côrtes
Musica Drogada
Quem nunca fez essa relação? Musica e droga são relacionadas dês da antiguidade, não sei dizer ao certo se foi Mozart ou Beethoven que era viciados em ópio, provavelmente os dois eram usuários de algum tipo de entorpecente. No jazz dos anos 40 e 50 a cocaína e o álcool eram amigos próximos, até hoje em dia pode se dizer que muitos artistas usam essa combinação para extravasar uma personalidade vendável para seus fans. Mas esse post não é para falar de quem usa e não usa, mas sim de musicas que reproduzem uma verdadeira sensação, você se sente mais leve, mais eufórico, animado, corajoso, romântico, calmo, inúmeras sensações podem provir de musicas. Nessas ultimas semanas estive experimentando o IDoser, um software que através de combinações de freqüências consegue recriar os efeitos de diversas drogas como cocaína, heroína, peyote, café e etc. A tecnologia empregada parece desconhecida no Brasil, mas está dando o que falar nos Estados Unidos, onde há diversas citações em fóruns e sites. Chamada de brainwave binaural beat entrainment (sincronização de ondas cerebrais por som binaural), o engenho se aproveita de um fenômeno natural, que ocorre quando dois sons de freqüências similares se misturam e criam um terceiro som com uma freqüência intermediária.
Alguns exemplos:
0.5 - 1.5 Hz – Liberação de endorfina, que relaxa e dá prazer. 0.9 Hz – Sensação eufórica. 2.5 Hz – Produção de opiáceos endógenos (anestésicos e ansiolíticos). 4.0 Hz – Liberação de encefalina, narcótico com efeitos similares aos da morfina e heroína. 10 Hz – Liberação de serotonina, que é estimulante e melhora o humor. 14 Hz – Estado alerta. Concentração. 20.215 Hz – Efeito similar ao do LSD. 30 Hz – Efeito da maconha. 33 Hz – Hipersensibilidade.
Para dizer a verdade eu já testei diversas doses de heroína, cocaína, maconha, peyote, sonhos lúcidos, cogumelos, morfina e algumas misturas que o aparelho oferece e foi muito estranho, não vou dizer que fiquei alucinado ou que os efeitos são iguais das drogas originais, mesmo por que nunca as usei. O aparelho emite um som irritante similar a ruído rosa, mas depois de um tempo você começa a se sentir diferente, é bem provável que foi mais uma coisa de auto indução do que realmente o Idoser, mas os diversos relatos presentes no site do software são intrigantes. Mas ai eu me pergunto: qual é a graça? Ficar meia hora deitado com os olhos fechando, ouvindo no fone de ouvindo um barulho irritante e se sentir diferente. Os hippies dos anos 70 faziam isso com muito mais estilo, formavam grupos de expansão mental ao som de Beatles, Greatful Dead e Janis Joplin. Temos os exemplos atuais, as raves, você não precisa nem usar nada, a simples repetição dos mantras eletrônicos já te induz a se comportar de forma fora do normal. Não é só uma alteração trippy, quem nunca se sentiu mais feliz e eufórico ao ouvir uma musica alegre e estimulante como Bohemian Rhapsody do Queen, ao algum hit do Aerosmith. É musical realmente altera o nosso comportamento, é capaz de nos deixar mais sensíveis, nervosos, estimulados, nos transforma em campeões e perdedores com apenas 4 compassos da musica. A indicação de hoje é Orange Wedge do Chemical Brothers. Eu tive a oportunidade de comparecer a um show deles no bom e velho metropolitam, e me lembro bem que foi a primeira vez que me sentir fora de mim. Não tinha consumido nada, mas no meio do show, na hora dessa musica, eu tive que me sentar para entender onde que eu estava, parecia que nada fazia sentido, minha pele estava sensível, as cores muito mais bonitas, parecia que o ar estava falando comigo. Confesso que aquilo realmente me assustou, acho que perder o controle de si uma coisa apavorante. Bom por hoje é só, um abraço e muito musica Até a próxima.
Standard Podcasts [3:07m]: Play Now | Play in Popup | Download | Embeddable Player | Hits (679)Viagens e Trilhas sonoras 2
Continuando o tema de viagens existem algumas musicas que para mim criam verdadeiras viagens, são musicas que realmente me levam para outros lugares.
Existem aquelas coisas clichês como Zé Ramalho e Xitãozinho e Xororo me fazem pensar em Minas Gerais, minha fazendo em Leopoldina, aquela coisa de roça e cheiro de estrume. Era coisa da minha infância ouvir sertanejo no radinho de pilha e os estalos da madeira queimando no forno a lenha, enquanto eu esperava pelo almoço brincando de carrinho.
Viajando mais ainda tem uma musica do Karnak, chamada Hymboraewqueyra, que me faz sentir no meio da savana africana, com uma lança na mão procurando um Gnu para caçar e comer. Uma dica procurem os discos do Karnak, para mim uma das melhores bandas do Brasil.
Acho que essa é umas das coisas mais interessantes da globalização, a adoção e combinação de culturas, misturar batuques africanos com melodias de flauta e temáticas celtas, ou o sempre pupular Ska com harmonias tradicionais da Rússia. É muito fácil encontrar uma infinidade de versões em Ska de Korobeiniki ou Pendorazu, os nomes reais do tema do jogo Tetris.
Claro que não posso deixar de falar, mais uma vez, da minha ultima grande viagem. Bem antes ir para o Japão já estava me aventurando a explorar o imenso mundo da musica de lá. Existe uma variedade incrível de estilos, bandas de punk incríveis como Ellegarden, minha banda preferida de ska é de lá o Tokyo Ska Paradise Orchestra, uma das bandas mais criativas que conheço se chama Orange Range que já foi autora de diversas aberturas e encerramentos de animes.
O mais divertido da musica japonesa é o JPop, não vou nem por uma lista de nomes aqui para não estender demais, mas existem uma grande diversidade de rádios online especializadas em JPop que valem a pena serem exploradas. Quase todas as que ouçam me dão vontade de começar a dançar “PARA PARA”, quem estiver curioso vá ao YOU TUBE e procure por PARA PARA DANCE, divertidíssimo.
Bom a indicação de hoje por incrível que parece não vai ser uma musica de uma banda japonesa, muito menos do Kanak ou do Zé Ramalho, Xitãozinho e Xororo, nem sei se tenho no meu acervo.
A musica é Aqueous Transmission do Incubus, ultima faixa do disco Morning View. Essa musica é uma combinação de elementos da musica Japonesa numa construção muito bem feita dentro da identidade do Incubus.
Espero que gostem, e não sintam receio de comentar, xingar, elogiar ou apenas dar um oi.
Até a próxima.
Viagens e trilha sonoras
Eu ultimamente tenho escutado muito mais musica, pego meu MP3 player no aleatório e vou ouvindo uma mistura de sons. Meu gosto musical chega a ser meio psicótico pela mistureba, em certos momentos estou me sentindo em algum tipo de musical alternativo ouvindo Rossini passando por um Túnel, em outros sou um figurante ou coadjuvante em um clip de alguma banda indie européia como dEUS ou algo parecido.
Sempre achei que a vida tinha um trilha sonora, uma série de sons e musicas que intensificam o clima do momento, quem nunca teve na cabeça uma musica do Al Green ou Barry White durante um encontro romântico, quando se esta nos “quase-quase”. AC-DC por exemplo é a minha oficial para quando estou viajando de carro, tenho aquela vontade por um chapéu de cow-boy e pisar fundo em um “Trans-Am 77” ( carro que virou febre nos anos 70) ao som de “Back in Black” ou “For Those About to Rock”
Recentemente tive a oportunidade de conhecer o Japão e as mais diferentes trilhas sonoras apareceram em minha mente, mas uma em particular fez toda a diferença. A musica Cherry Girl da cantora japonesa Kumi Koda era o Hit do momento, tocava em todo lugar, sempre me chamava a atenção e de repente ela começou a fazer parte das minhas trilhas imaginárias. O engraçado era que eu não conhecia a musica, ninguém consegue entender a fundo como a musica é tocando em shoppings e restaurantes.
Estava eu sentado em uma estação de SKI, fazendo uma pequena pausa, quando de repente a musica começa a tocar, nesse momento fiquei impassível, eu tinha que descobrir de quem era. Comecei a perguntar em inglês para uma balconista e uns jovens que se encontravam, porem nenhum deles sabia inglês muito bem. Depois de muita mímica, linguagem de índio, gesticulações o cara entendeu, e me disse. Lumicox Kodabain, bom pelo menos foi isso que eu consegui entender. Claro que depois de um pouco de força o fiz escrever o nome da cantora. Kumi Koda.
Mais tarde se tornou muito fácil descobrir o nome da musica em qualquer loja de CD, que por sinal não é tão divertido quanto a musica Cherry Girl que é essa que indico para ouvir ai no player.
Cherry Girl por Kumi Koda do disco Black Cherry.
Até a próxima, João Paulo.
PS. Por alguma razão essa musica quando é convertida para o player fica ralentada, mas tudo bem, é só fazer o download que vocês podem se deliciar a vontade da musica
Inicio
Caros amigos, esse post não é para ser levado como um inicio, e sim como um convite de boas vindas. Rodrigo achou esse server aqui de graça, que faz automaticamente um player das musicas que fizermos upload.
Isso pode ser o começo de mais um blog que pode crescer e dar alguma resposta para gente, ou apenas mais um passatempo, de qualquer forma tentemos levar isso o mais sério e profissional possível (claro sempre lembrando que é para ser uma diversão que pode render frutos).
A musica que eu pus aqui é simplesmente para ilustrar como eu vejo a musica ultimamente… o nome do compositor é Rubinho Jacobina o nome da faixa é o próprio refrão. Divirtam-se.
Um abraço, João Paulo… um dos INDICADORES.
| ||
Search
Pages
| M | T | W | T | F | S | S |
|---|---|---|---|---|---|---|
| « Jul | ||||||
| 1 | ||||||
| 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 |
| 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 |
| 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 |
| 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 |
| 30 | ||||||














