Archive for April, 2007
Musica Drogada
Quem nunca fez essa relação? Musica e droga são relacionadas dês da antiguidade, não sei dizer ao certo se foi Mozart ou Beethoven que era viciados em ópio, provavelmente os dois eram usuários de algum tipo de entorpecente. No jazz dos anos 40 e 50 a cocaína e o álcool eram amigos próximos, até hoje em dia pode se dizer que muitos artistas usam essa combinação para extravasar uma personalidade vendável para seus fans. Mas esse post não é para falar de quem usa e não usa, mas sim de musicas que reproduzem uma verdadeira sensação, você se sente mais leve, mais eufórico, animado, corajoso, romântico, calmo, inúmeras sensações podem provir de musicas. Nessas ultimas semanas estive experimentando o IDoser, um software que através de combinações de freqüências consegue recriar os efeitos de diversas drogas como cocaína, heroína, peyote, café e etc. A tecnologia empregada parece desconhecida no Brasil, mas está dando o que falar nos Estados Unidos, onde há diversas citações em fóruns e sites. Chamada de brainwave binaural beat entrainment (sincronização de ondas cerebrais por som binaural), o engenho se aproveita de um fenômeno natural, que ocorre quando dois sons de freqüências similares se misturam e criam um terceiro som com uma freqüência intermediária.
Alguns exemplos:
0.5 - 1.5 Hz – Liberação de endorfina, que relaxa e dá prazer. 0.9 Hz – Sensação eufórica. 2.5 Hz – Produção de opiáceos endógenos (anestésicos e ansiolíticos). 4.0 Hz – Liberação de encefalina, narcótico com efeitos similares aos da morfina e heroína. 10 Hz – Liberação de serotonina, que é estimulante e melhora o humor. 14 Hz – Estado alerta. Concentração. 20.215 Hz – Efeito similar ao do LSD. 30 Hz – Efeito da maconha. 33 Hz – Hipersensibilidade.
Para dizer a verdade eu já testei diversas doses de heroína, cocaína, maconha, peyote, sonhos lúcidos, cogumelos, morfina e algumas misturas que o aparelho oferece e foi muito estranho, não vou dizer que fiquei alucinado ou que os efeitos são iguais das drogas originais, mesmo por que nunca as usei. O aparelho emite um som irritante similar a ruído rosa, mas depois de um tempo você começa a se sentir diferente, é bem provável que foi mais uma coisa de auto indução do que realmente o Idoser, mas os diversos relatos presentes no site do software são intrigantes. Mas ai eu me pergunto: qual é a graça? Ficar meia hora deitado com os olhos fechando, ouvindo no fone de ouvindo um barulho irritante e se sentir diferente. Os hippies dos anos 70 faziam isso com muito mais estilo, formavam grupos de expansão mental ao som de Beatles, Greatful Dead e Janis Joplin. Temos os exemplos atuais, as raves, você não precisa nem usar nada, a simples repetição dos mantras eletrônicos já te induz a se comportar de forma fora do normal. Não é só uma alteração trippy, quem nunca se sentiu mais feliz e eufórico ao ouvir uma musica alegre e estimulante como Bohemian Rhapsody do Queen, ao algum hit do Aerosmith. É musical realmente altera o nosso comportamento, é capaz de nos deixar mais sensíveis, nervosos, estimulados, nos transforma em campeões e perdedores com apenas 4 compassos da musica. A indicação de hoje é Orange Wedge do Chemical Brothers. Eu tive a oportunidade de comparecer a um show deles no bom e velho metropolitam, e me lembro bem que foi a primeira vez que me sentir fora de mim. Não tinha consumido nada, mas no meio do show, na hora dessa musica, eu tive que me sentar para entender onde que eu estava, parecia que nada fazia sentido, minha pele estava sensível, as cores muito mais bonitas, parecia que o ar estava falando comigo. Confesso que aquilo realmente me assustou, acho que perder o controle de si uma coisa apavorante. Bom por hoje é só, um abraço e muito musica Até a próxima.
Standard Podcasts [3:07m]: Play Now | Play in Popup | Download | Embeddable Player | Hits (679)menos é mais
menos é mais e eu não tenho nada pra falar sobre eletro e minimal.
acho que, nem sempre, o minimal é efetivamente tão minimalista. podem ser músicas com arranjos muito simples, pouca riqueza harmônica ou melódica, mas não é sempre que eu diria que minimal é, de fato, minimalista.
mas o minimalismo é algo realmente lindo. sempre achei que as melhores músicas são aquelas mais simples, as que partem de idéias mais minimalistas. como sempre me dizia um professor, “simples não é simplório, e tem muita diferença entre os dois”. de pleno acordo!
e se é pra lembrar de citações de professores, que tal aquele mais esquecido dos lemas árcades, inutilia truncat. se todo mundo se lembra do fugere urben e do mais-do-que-óbvio carpe diem, o inutilia truncat é sempre deixado pra escanteio. e é, na minha humilde opinião, o mais importante de todos: corte os ornamentos desnecessários; vá pelo mais simples.
e, pela simplicidade, músicas geniais! partindo de uma idéia muito simples — uma levadinha de baixo de uma nota só!!! — e uma melodia bastante ingênua, surge uma música linda, cheia de detalhes e riqueza. com um arranjo muito bem construído, a música cresce de maneira surpreendente. e, por mais complexo que seja o arranjo final, a música não foge nunca ao seu princípio: a simplicidade, a célula minimalista.
dEUS, banda indie rock belga, com a música opening night, terceira faixa do terceiro álbum, in a bar under the sea, de 1996.
Standard Podcasts [1:38m]: Play Now | Play in Popup | Download | Embeddable Player | Hits (206)choro
se você está esperando ler alguma coisa sobre música brasileira, não leia esse post. ou então, leia, mas não diga que eu não avisei.
choro, o ato de chorar. de acordo com o Michaelis, cho.ro (ô) sm (de chorar) 1 Ato de chorar; lamentação, pranto. Pl: choros (ô). Antôn (acepção 1): riso.
só que, ao definir o choro, não se fala sobre os diversos choros que existem. e, quem chora, sabe que cada choro é único. o clássico choro de um bebê: que tem fome, que precisa de cuidados, enfim. qualquer mãe sabe reconhecer o choro de seu bebê, e sabe que cada um tem um significado. o choro de dor; o choro de raiva; de angústia. bem particular, também, chorar de tanto rir.
dentre os infinitos tipos de choro, um em especial me interessa: aquele que não é triste, nem alegre. não é melancólico, não é raivoso. sem dor nem alegria. contemplativo, talvez? difícil achar um adjetivo, um substantivo, qualquer palavra que sirva pra definir esse tipo em especial. e é tarefa complexa definí-lo.
se trata daquelas lágrimas que saem sem motivo aparente, sem razão óbvia. como quando se olha para a namorada, mesmo depois de tanto tempo, e se apaixona de novo. assim mesmo, sem motivo. aquela lágrima discreta que aparece meio que sem querer num dia qualquer que se anda pela rua e se presta atenção em algum detalhe qualquer, ínfimo, irrelevante até, mas que sem nenhum motivo aparente, traz uma emoção. talvez seja um tipo de choro introspectivo. quem sabe? e, como eu não acho palavra certa que defina essa emoção — por um lado tão vazia, tão etérea; por outro tão complexa e indescritível — deixo aqui a música que deveria constar no dicionário pra definí-la. quem sabe um dia os dicionários toquem música…
the turtle, música original do pilote, na versão do bonobo. a definição que esse choro tem, condensada em uma música que não tem como descrever, assim como aquilo que ela descreve.
Standard Podcasts [5:11m]: Play Now | Play in Popup | Download | Embeddable Player | Hits (454)O Funk e o Eletro
Recentemente, talvez de uns cinco ou seis anos pra cá, o mundo da música eletrônica viu o eletro voltar à moda, só que renovado, misturado com elementos do house, do rock, do progressive e do tecno. Surgiram o eletroclash, eletrohouse, eletrotecno etc… .
O que é que isso tem a ver com o funk?.
Bom, em primeiro lugar o eletro e o funk são filhos do mesmo pai. Até seus temas, (sexo, drogas, principalmente cocaína), são dois lados da mesma moeda, exceto pela violência talvez. Até aí tudo bem, isso todo mundo sabe. O ponto onde quero chegar é o fato de que aqui no Brasil até alguns anos atrás, principalmente em SP, os ditos “modernos” torciam o nariz pro funk, colocando-o no mesmo patamar do pagode brega, o axé e a música sertaneja. Tinha até um anúncio de TV da Folha ou do Estadão que dava uma zuada no funk. E de repente o povo do eletro mais ligado de NY e da Europa percebeu as conexões entre os dois estilos e começou a ouvir Dj Marlboro e companhia.
Porque o funk carioca tem um diferencial… na verdade dois. Ele faz parte de um mundo incrivelmente mais perigoso e violento que qualquer e possui um swingue totalmente diferente dos demais.
Enfim, o que interessa é que o povo do eletrônico aqui do Brasil só foi dar valor ao funk carioca depois que os gringos deram. No Rio sempre houve uma aceitação maior. Até aqueles que diziam não gostar, nutriam uma certa simpatia, assim como o carioca que diz não gostar de praia, mas na real sente um orgulhozinho de morar na cidade maravilhosa.
Então agora que o Dj Marlboro e a Taty Quebra Barraco tocam na Alemanha, os modernos daqui, tanto no Rio quanto em SP, acham bacana pagar 50 conto ou mais pra ver uma galera que sempre tocou em lugares que o ingresso não custava nem dez.
Eu pessoalmente não ouço funk em casa, mas sempre curti as chamadas “montagens”, aquele funk mais sujo, sem letras às vezes, quase beirando o surrealismo. E mesmo assim, independente do que eu gosto ou não, sempre reconheci o funk como primeiro estilo de música eletrônica brasileiro.
O som que escolhi para acompanhar esse post é uma montagem de uns 10 anos atrás.
O vocal é o de menos, o legal são os timbres e as levadas de bateria e os synths. Esse som saiu numa coletânea da ZZ_Club e os vocais são de dois caras que hoje em dia tocam na minha banda.
OBS: Este é um assunto polêmico e resolvi fazer em partes. Semana que vem tem mais…Fui
música para ouvir no ônibus
já que o tema é música de viagem, meus cinco centavos.
nada relativo a nenhuma viagem específica, nem relativo a nenhuma diferença cultural. mas acho que todo mundo tem algum tipo de música que é ideal para algum tipo de coisa. sempre tem aquelas boas faixas pra dirigir, ou as pra encarar uma fila de banco, e por aí vai.
existe, claro, até um certo cliché em alguns estilos ou faixas, nem vou perder meu tempo com os jantares à luz de vela que sempre tem djavan na trilha sonora. pessoalmente, esse tipo de cliché me irrita um tanto, como ir viajar e, no meio da estrada, alguém no carro saca um cd com músicas ótimas, e quando você aperta play, vem um born to be wild. chega!
mas, clichés à parte, o que sempre me chamou atenção é um fenômeno estranho que acontece comigo: não é a música para fazer alguma coisa, é o fazer alguma coisa pela música. tem horas que eu quero escutar uma música, mas ela não soa bem. eu gosto da música, quero ouvir, mas não dá. acho que, quando isso acontece, é porque falta um cenário que dê sentido à música. e aí, não existe cliché, é puramente a subjetividade — ou loucura — de cada um.
dentro desse exemplo, eu tenho o mais concreto e, ao mesmo tempo, mais subjetivo. concreto porque é muito sério a maneira como isso me faz sentido, subjetivo porque isso, eu suponho, só faz sentido pra mim. não tenho razões lógicas pra isso, simplesmente acontece. a indicação é o disco almost happy, da banda belga k´s choice. um disco que, à primeira audição, não me emocionou. achei bom, mas não mudou minha vida, não me acrescentou nada. alguns dias depois, eu estava em um ônibus e com algum cd qualquer que não estava fazendo sentido naquele momento. não sei porque, resolvi escutar de novo aquele disco “novo” do k´s choice (já era 2002, e o disco era de 2000) que estava jogado na mochila. e eu achei o disco maravilhoso, impecável. só que ele só me soou bem andando de ônibus. ao ponto de eu já ter, recentemente, ido de ônibus algumas vezes para o trabalho só pra escutar esse disco, porque nem sempre ele soa bem em casa.
fica aqui a faixa título do disco, almost happy. indie pop melancólico — mas não triste. e a voz inconfundível da sarah bettens, uma das vozes mais confortáveis que eu conheço. mas recomendo o disco inteiro, na ordem. além das ótimas músicas, é daqueles discos pra se ouvir inteiro, de uma vez só. de preferência, num ônibus.
Standard Podcasts [3:45m]: Play Now | Play in Popup | Download | Embeddable Player | Hits (586)Viagens e Trilhas sonoras 2
Continuando o tema de viagens existem algumas musicas que para mim criam verdadeiras viagens, são musicas que realmente me levam para outros lugares.
Existem aquelas coisas clichês como Zé Ramalho e Xitãozinho e Xororo me fazem pensar em Minas Gerais, minha fazendo em Leopoldina, aquela coisa de roça e cheiro de estrume. Era coisa da minha infância ouvir sertanejo no radinho de pilha e os estalos da madeira queimando no forno a lenha, enquanto eu esperava pelo almoço brincando de carrinho.
Viajando mais ainda tem uma musica do Karnak, chamada Hymboraewqueyra, que me faz sentir no meio da savana africana, com uma lança na mão procurando um Gnu para caçar e comer. Uma dica procurem os discos do Karnak, para mim uma das melhores bandas do Brasil.
Acho que essa é umas das coisas mais interessantes da globalização, a adoção e combinação de culturas, misturar batuques africanos com melodias de flauta e temáticas celtas, ou o sempre pupular Ska com harmonias tradicionais da Rússia. É muito fácil encontrar uma infinidade de versões em Ska de Korobeiniki ou Pendorazu, os nomes reais do tema do jogo Tetris.
Claro que não posso deixar de falar, mais uma vez, da minha ultima grande viagem. Bem antes ir para o Japão já estava me aventurando a explorar o imenso mundo da musica de lá. Existe uma variedade incrível de estilos, bandas de punk incríveis como Ellegarden, minha banda preferida de ska é de lá o Tokyo Ska Paradise Orchestra, uma das bandas mais criativas que conheço se chama Orange Range que já foi autora de diversas aberturas e encerramentos de animes.
O mais divertido da musica japonesa é o JPop, não vou nem por uma lista de nomes aqui para não estender demais, mas existem uma grande diversidade de rádios online especializadas em JPop que valem a pena serem exploradas. Quase todas as que ouçam me dão vontade de começar a dançar “PARA PARA”, quem estiver curioso vá ao YOU TUBE e procure por PARA PARA DANCE, divertidíssimo.
Bom a indicação de hoje por incrível que parece não vai ser uma musica de uma banda japonesa, muito menos do Kanak ou do Zé Ramalho, Xitãozinho e Xororo, nem sei se tenho no meu acervo.
A musica é Aqueous Transmission do Incubus, ultima faixa do disco Morning View. Essa musica é uma combinação de elementos da musica Japonesa numa construção muito bem feita dentro da identidade do Incubus.
Espero que gostem, e não sintam receio de comentar, xingar, elogiar ou apenas dar um oi.
Até a próxima.
Viagens e trilha sonoras
Eu ultimamente tenho escutado muito mais musica, pego meu MP3 player no aleatório e vou ouvindo uma mistura de sons. Meu gosto musical chega a ser meio psicótico pela mistureba, em certos momentos estou me sentindo em algum tipo de musical alternativo ouvindo Rossini passando por um Túnel, em outros sou um figurante ou coadjuvante em um clip de alguma banda indie européia como dEUS ou algo parecido.
Sempre achei que a vida tinha um trilha sonora, uma série de sons e musicas que intensificam o clima do momento, quem nunca teve na cabeça uma musica do Al Green ou Barry White durante um encontro romântico, quando se esta nos “quase-quase”. AC-DC por exemplo é a minha oficial para quando estou viajando de carro, tenho aquela vontade por um chapéu de cow-boy e pisar fundo em um “Trans-Am 77” ( carro que virou febre nos anos 70) ao som de “Back in Black” ou “For Those About to Rock”
Recentemente tive a oportunidade de conhecer o Japão e as mais diferentes trilhas sonoras apareceram em minha mente, mas uma em particular fez toda a diferença. A musica Cherry Girl da cantora japonesa Kumi Koda era o Hit do momento, tocava em todo lugar, sempre me chamava a atenção e de repente ela começou a fazer parte das minhas trilhas imaginárias. O engraçado era que eu não conhecia a musica, ninguém consegue entender a fundo como a musica é tocando em shoppings e restaurantes.
Estava eu sentado em uma estação de SKI, fazendo uma pequena pausa, quando de repente a musica começa a tocar, nesse momento fiquei impassível, eu tinha que descobrir de quem era. Comecei a perguntar em inglês para uma balconista e uns jovens que se encontravam, porem nenhum deles sabia inglês muito bem. Depois de muita mímica, linguagem de índio, gesticulações o cara entendeu, e me disse. Lumicox Kodabain, bom pelo menos foi isso que eu consegui entender. Claro que depois de um pouco de força o fiz escrever o nome da cantora. Kumi Koda.
Mais tarde se tornou muito fácil descobrir o nome da musica em qualquer loja de CD, que por sinal não é tão divertido quanto a musica Cherry Girl que é essa que indico para ouvir ai no player.
Cherry Girl por Kumi Koda do disco Black Cherry.
Até a próxima, João Paulo.
PS. Por alguma razão essa musica quando é convertida para o player fica ralentada, mas tudo bem, é só fazer o download que vocês podem se deliciar a vontade da musica
Só pra constar…
Primeiramente devo dizer que sou blogueiro de primeira viagem. Nunca tive esse tipo de experiência, e pela falta de prática, com certeza cometerei erros estúpidos, alguns até imperdoáveis. Mas não se assustem!!! Com o tempo a coisa vai tomar forma e vocês vão ver que no meio do caos aparente de diarréia informacional(nem sei se isso é palavra) surgirão observações que talvez até façam algum sentido!!É importante ressaltar também que a imparcialidade jornalística não vai ser adotada. Mas isso não quer dizer que vou escurrachar qualquer coisa que não me agrade. Cada estilo deve ser julgado com seus próprios parâmetros, sem comparações meramente técnicas ou juízo de valor. Se arte fosse questão de técnica, disse algum teórico que agora não lembro, aqueles caras que fazem barquinhos dentro de garrafas de vidro seriam os maiores artistas do mundo.
O mundo muda todo dia, e nós também. Cada época de nossa vida tem as músicas que lhe convém e não existe um momento igual a outro. Por isso esse espaço não tem uma direção exata, e tudo que for interessante, vai ser discutido.
De resto espero que esse seja um espaço livre de preconceitos e que a música seja discutida em vários níveis de compreensão e entendimento. O som que escolhi pra acompanhar esta introdução é um som do Jamiroquai que não tem nada demais, mas ultimamente eu to ouvindo direto e tem uma dessas melodias pops bem gostosas de ouvir, que grudam na cabeça, no bom sentido. Sem esquecer do swing e do groove inconfundível dos caras.Fui…
bem-vindo eu mesmo
começando essa geringonça com um título consideravelmente narcisista… vou seguir a onda do joão e fazer um post introdutório com alguma coisa sobre mim. e aqui está, acho que a música que mais pode dizer sobre meu ponto de vista sobre música: little quail and the mad birds!
sim, eu gosto de little quail. e little quail pode ser definido com um adjetivo que eu uso sempre: divertido. uma harmonia blues totalmente tradicional, sem nada de novo, instrumentistas longe de qualquer virtuosismo e uma letra boçal. mas é divertido! é uma banda capaz de não inventar nada novo, mas fazer música com personalidade. a genialidade está em detalhes sutis. genial quem consegue ser diferente fazendo o mesmo.
“o sol eu não sei” é o nome dessa faixa do primeiro disco, “lírou quêiol en de méd bârds”. vale prestar atenção nas pausas — a guitarra, logo no começo; a bateria, no meio do solo. e a letra, sem comentários! idiota, mas genial!
bom, é isso. que eu seja bem vindo…
Inicio
Caros amigos, esse post não é para ser levado como um inicio, e sim como um convite de boas vindas. Rodrigo achou esse server aqui de graça, que faz automaticamente um player das musicas que fizermos upload.
Isso pode ser o começo de mais um blog que pode crescer e dar alguma resposta para gente, ou apenas mais um passatempo, de qualquer forma tentemos levar isso o mais sério e profissional possível (claro sempre lembrando que é para ser uma diversão que pode render frutos).
A musica que eu pus aqui é simplesmente para ilustrar como eu vejo a musica ultimamente… o nome do compositor é Rubinho Jacobina o nome da faixa é o próprio refrão. Divirtam-se.
Um abraço, João Paulo… um dos INDICADORES.














